31.1.07

Sumirê - Campinas (SP)

 
Freqüento o Sumirê há tantos anos e nunca fiz um post sobre este restaurante japonês que fica perto da Unicamp. Na época das aulas, almoçamos aqui umas três vezes por mês. Eles servem teishokus (combinados) na hora do almoço (somente dias úteis) com preços bem camaradas para um restaurante japonês. Cada um deles oferece um prato principal e acompanhamentos que variam durante a semana. Entre as opções há: sushi, sashimi, sashimi de salmão, yakizakana, gyoza, carne com gengibre, frango empanado e yakisoba (sem acompanhamentos e mais barato). O teishoku executivo (descrito abaixo) é uma combinação de quase tudo isso. Para ter uma idéia, cada um dos combinados que pedimos custa R$15,90. Há opções à la carte também, boas para quem quer se esbaldar com sushis e sashimis gastando um pouco mais. Às quartas e quintas, há ostras trazidas diretamente de Florianópolis, pedimos seis, elas são meio caras, mas O não resiste e eu não posso recriminá-lo por isso...
O lugar é bastante agradável, você pode comer no balcão, nas mesas ou ainda escolher uma das salas em estilo japonês, há quatro, durante a semana elas ficam praticamente vazias. Eu me sentei em uma delas apenas uma vez, mas recomendo para quem quiser mais intimidade e não tiver pressa.

Só acho que o menu de sobremesas deixa a desejar, ele se restringe a ban
anas carameladas, bananas flambadas e creme de papaya com cassis, sempre lamentamos o fato de não haver tempura de sorvete, mas, de certa forma, isso evita a ingestão de mais algumas calorias... E se você quiser mesmo uma sobremesa, basta atravessar a avenida e entrar na Padaria Alemã, há bolos, doces e um tiramisú delicioso por lá.

(Eu me sentei longe das janelas e as fotos não ficaram tão nítidas quanto gostari
a, estou chegando à conclusão de que a maioria dos restaurantes é meio escura!)


Ostras

Meu prato: sushi teishoku. 11 sushis e acompanhamentos: misoshiru, sunomono, berinjela com gengibre e shoyu, kinpira, grãos de soja com hijiki, takenoko refogado.


Prato de O: Teishoku executivo, sempre há uma porção de sashimi, yakizakana, uma milanesa de frango ou carne, misoshiru e arroz. Os acompanhamentos variam, hoje havia hijiki com grãos de soja, kinpira, berinjela com gengibre e shoyu, shimeji refogado e sunomono. Para quem está com fome, é a opção mais substanciosa.
Salas separadas no estilo japonês, com portas deslizantes de papel de arroz e tatami. Não se preocupem, pois há um buraco no chão para colocar as pernas...

Do lado de fora, logo na entrada, há um mini jardim japonês com árvores e uma pequena fonte e algumas carpas.

Sumirê - Japanese Restaurant
Av. Dr. Romeu Tórtima, 304
Barão Geraldo - Campinas
Fone: (19) 3249-2032



30.1.07

Hard-boiled wonderland and the end of the world - Haruki Murakami

Outro livro do Murakami! Ok, estou virando uma Murakami freak, mas para minha defesa, não achei este livro tão empolgante. São duas histórias paralelas nas quais os personagens não possuem nome. Em Hard-boiled wonderland, seguimos os passos de um homem de 35 anos que trabalha para o Sistema, um tipo de organização governamental que controla a informação, ele é um Calcutec, quer dizer, ele é capaz de processar informações e dividir as funções que deve realizar em seu cérebro, ou seja, ele é um tipo de computador ambulante. Ele é chamado para realizar um trabalho para um velho cientista chamado apenas de "Professor", ele conhece sua neta, que só se veste de pink e, partir desse encontro, ele descobre que sua mente está prestes a ser absorvida por um outro mundo, criado por seu subconsciente. A história deste outro mundo é narrada em The end of the world, ali, o nosso calcutec é um homem que chega em uma cidade cercada por uma muralha e na qual os habitantes devem se desfazer de suas sombras, de suas memórias, nesse lugar, não há violência, nem amor, nem desejos, todos tem uma existência pacífica e funções a desempenhar. O calcutec do mundo real (se é que há algo que possa ser chamado de real nas histórias) recebe a função de Dreamreader na cidade e deve ir para a biblioteca ler sonhos antigos que estão contidos em caveiras de unicórnios todas as noites. A tensão do livro fica por conta do dilema criado pelas duas histórias, pois, para que um dos dois mundos seja preservado, talvez o outro deva deixar de existir...

29.1.07

Comidas da memória - Misoshiru de nabo

Depois de pensar muito, vasculhar minhas lembranças e verificar o que tinha na despensa (e que era bem pouco), decidi postar uma receita de misoshiru para participar da chamada da Valentina sobre as Comidas da Memória. Lamento informar que minhas preferências alimentares não eram muito "refinadas" quando eu era pequena. Adorava saladas com muuuito vinagre, até hoje adoro, às vezes, corto um tomate no meio da tarde, tempero com vinagre balsâmico e como tudo. Só de pensar já fico com água na boca.

Quando era criança, não comia nenhuma verdura ou legume, só batata, e tinha o hábito de amassar tudo o que vinha no prato e misturar para depois comer. Gostava de gororoba, e uma de minhas misturebas preferidas era sopa de misoshiru com arroz e feijão! Essa é uma das poucas coisas de que gostava na infância e de que ainda gosto hoje. O misoshiru de casa não era feito com kombu (uma alga) ou katsuobushi (flocos de bonito defumado), era bem mais simples, geralmente, era feito com soumen (macarrão cabelo de anjo japonês) e não com nabos, mas usei o que tinha. Acho que há outras formas de preparar o misoshiru, mas estava com preguiça de ler o livro de culinária em japonês...

Misoshiru de nabo

 
4 x de água
1 quadrado de 5cm de kombu
1 x de katsuobushi
nabo cortado em tirinhas
miso
cebolinha picada

Prepare o dashi: Deixe o pedaço de kombu de molho na água por 15 min. Leve para ferver em fogo baixo, antes que as bolhas comecem a subir, retire o pedaço de kombu e adicione o katsuobushi, antes de começar a borbulhar, desligue o fogo e espere o katsuobushi ir para o fundo da panela. Coe e empregue.
Leve o nabo para ferver na quantidade de dashi desejada, quando ele começar a ficar macio, coloque a quantidade desejada de miso (eu coloco o miso em uma peneira pequena e o desfaço dentro da água para que não forme grumos). Desligue o fogo e tampe a panela. Sirva com a cebolinha picada.

25.1.07

Quibe de abóbora

Receita da Carla Pernambuco postada pela Lara do Ratatouille. Ficou muito boa! E nem usei a ricota defumada, usei a normal mesmo!


Quibe de abóbora

 
2 xícaras de purê de abóbora japonesa
¾ de xícara de trigo para quibe
1 xícara de ricota defumada
3 colheres de sopa de hortelã
2 colheres de sopa de salsinha
½ xícara de azeite
2 colheres de sopa de suco de limão
sal e pimenta

Deixe o trigo de molho em água morna por meia hora. Escorra bem. Junte a ricota, a abóbora, o trigo, as ervas, o azeite, sal, pimenta e o suco de limão. Amasse tudo muito bem com as mãos. Unte um refratário com manteiga, espalhe a massa e leve ao forno pré-aquecido até dourar.

Notas: Após ler alguns comentários, achei importante colocar algumas informações extras. Eu cozinhei a abóbora no vapor e amassei. O quibe estava meio mole logo que saiu do forno, mas foi endurecendo. Caso você use um purê mole, talvez o quibe não endureça tanto. Outro fator a considerar é a ricota, eu usei a ricota normal, como ela é fresca, talvez também contribua para que o quibe fique ainda mais mole, a ricota defumada é a opção ideal, pois, além de mais saborosa, ela é mais firme.

23.1.07

Brownie de manteiga de amendoim e chocolate

Esta receita veio bem a calhar, tinha um vidro de manteiga de amendoim aberto na geladeira e resolvi usá-lo. O brownie ficou tão bom, com gostinho de amendoim na massa! Não tinha chocolate meio amargo, então usei uma barra de chocolate branco meio comida no lugar. Acho que a primeira opção é mais recomendável, pois o chocolate branco fica esquisito depois de assado, meio durinho, ele não derrete. Receita do Baking Sheet.

Nota sobre o chocolate branco: a Patricia do Technicolor Kitchen informou que o chocolate branco que eu usei, um Laka, não derrete nem com reza brava...



Brownie de manteiga de amendoim e chocolate

1/4 x de manteiga à temperatura ambiente
1/2 x de manteiga de amendoim (não é amendocrem, é o amendoim transformado em pasta sem qualquer outro aditivo ou açúcar)
1 x de açúcar mascavo (usei 3/4 e ficou bom)
2 ovos grandes
1 c chá de essência de baunilha
1/3 x de farinha
1/3 x de cacau em pó (do padre, não o achocolatado)
1/4 c chá de fermento
1/4 c chá de sal
1 x de gotas de chocolate (de preferência, meio amargo)

Preaqueça o forno à 180C e forre uma assadeira de 22x22cm com papel alumínio e unte com um pouco de óleo.



Em um recipiente grande, bata (use a batedeira) a manteiga e a manteiga de amendoim até que a mistura fique cremosa, adicione o açúcar e bata bem. Adicione os ovos, um de cada vez, depois, coloque a baunilha.
Em outro recipiente, peneire o cacau, a farinha, o sal e o fermento. Adicione os ingredientes secos à mistura de manteiga de amendoim e bata em velocidade baixa até incorporar bem. Coloque as gotas de chocolate. 

Espalhe a massa na forma preparada e asse por 26-29min. As beiradas do brownie deve estar ligeiramente firmes e o centro não deve estar úmido. (Acho que assei um pouco demais, o brownie deveria ter saído mais úmido por dentro).
Deixe esfriar, retire o brownie inteiro da forma usando o papel alumínio.

Rende cerca de 16 brownies.


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Recipe from the Baking Sheet. Really good!

19.1.07

The wind-up bird chronicle - Haruki Murakami


 
Continuo lendo Murakami, o grande fã desse autor aqui em casa é meu marido, mas depois de ler "Minha querida Sputnik", não consigo mais parar. Murakami tem dois gêneros de livros, aqueles com histórias onde tudo se passa de acordo com a realidade, como Norwegian Wood e South of the border, West of the sun e aqueles nos quais a história dos personagens se divide entre dois universos paralelos que se interpenetram, caso de Minha querida Sputnik, Kafka on the shore e de Wind-up bird.

Wind-up bird é sobre Toru Okada, um cara comum de trinta anos que vê sua vida mudar radicalmente quando decide deixar o trabalho para pensar no que deseja fazer com sua vida. Ele passa o tempo cuidando da casa e cozinhando. É nesse momento que ele e sua esposa começam a ouvir o canto de um pássaro misterioso que prenuncia acontecimentos muito estranhos.... O gato de Toru desaparece e sua esposa o abandona. Após esses acontecimentos, ele se depara com situações e personagens singulares, como May, a adolescente obcecada pela idéia da morte, Coronel Mamiya, marcado por uma história terrível que se passa nas estepes da Mongólia, as irmãs Creta e Malta Kano...
 
Ainda gosto mais dos outros livros mencionados acima, mas Murakami é Murakami e ele não desaponta... 

 

17.1.07

Os top 10 de Kafka na Praia

A querida Elvira convidou-me a participar deste meme que consiste em indicar as 10 melhores receitas postadas aqui durante 2006. É engraçado percorrer o blog e descobrir o que você andou cozinhando durante o ano, muito estranho mesmo... Tinha até me esquecido de algumas receitas de que gostei muito, preciso refazer várias delas. Claro que é difícil escolher somente 10, infelizmente, algumas ficaram de fora.




Tenho feito e refeito este pão integral




Lombo assado com ervas e molho agridoce, faz tempo que não como carne!






Provavelmente estes são meus biscoitos favoritos até hoje! Biscoitos de coco, aveia e melado.


Para quem tem medo de fazer petit gâteau, Ramequins de chocolate cremoso.


Clafoutis de peras aos mendicantes, a combinação é ótima!




Eu sempre fico cheia de dedos quando chega a hora de convidar alguém para responder memes, sei que muita gente não tem tempo e fica aflita quando é convidada a participar, enquanto outras pessoas ficam torcendo para que isso ocorra. Para evitar isso, deixo este meme aberto a todos aqueles que desejem participar!

12.1.07

W. B. Yeats

Este é um livro que eu me dei de presente de Natal no ano passado e que chegou apenas hoje. Comprei por causa deste poema (imagino que todos já o conheçam), mas há muitos outros que descobrirei aos poucos...

"Had I the heavens' embroidered cloths,
Enwrought with golden and silver light,
The blue and the dim and the dark cloths
Of night and light and the half-light,
I would spread the cloths under your feet:
But I, being poor, have only my dreams;
I have spread my dreams under your feet;
Tread softly because you tread on my dreams."

(Minha tradução tosca)

"Se eu tivesse os tecidos bordados do paraíso,
ornados com douradas e prateadas luzes,
O azuis e os pálidos e os escuros tecidos
Da noite, da luz e da meia-luz,
Estendê-los-ia aos seus pés:
Mas eu sou pobre, tenho apenas sonhos;
Estendi meus sonhos aos seus pés;
Caminhe com cuidado, pois você caminha sobre eles."

11.1.07

Mousse de tomate seco

Outra receita da Sonia Novaes. Vai muito bem com os pãezinhos que ela faz!

Mousse de tomate seco

Bater no liquidificador:
1 envelope de gelatina sem sabor
1 copo(medida requeijão) de água fervente

Acrescentar:
200grs de tomates secos
1 cx de creme de leite
1 vidro de 250g de maionese
cheiro verde a gosto
1 colher de sp de molho inglês
1 colher de sp de catchup
sal a gosto e óregano

Bata tudo e colocar em forma de buraco, untada com óleo.Leve à geladeira para firmar.
Desenformar e enfeitar a gosto.

Você pode também substituir o tomate seco, por azeitonas pretas ou gorgonzola....


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A dear friend's recipe. It goes very well with homemade bread!


Dried tomato mousse

Blend
12g gelatin powder
1 c boiling water

Then add and blend together:
200g dried tomatoes
250g double cream
250g mayonnaise
chopped parsley to taste
1 tbsp worcestershire sauce
1 tbsp ketchup
salt and oregano to taste

After blending everything well, pour the mixture into a lightly greased bowl and chill until the mousse is firm.
Unmold the mousse onto a serving dish and serve with bread and crackers.

You can substitute the dried tomatoes with dark olives or blue cheese.



10.1.07

Pão de liquidificador

Receita da queridíssima Sonia Novaes. Este pão é delicioso, eu acabei não batendo os ingredientes no liquidificador, coloquei os líquidos na forma da máquina de pão, um pouco de farinha, o fermento e selecionei a função "amassar", fui colocando a farinha restante aos poucos até dar o ponto. Fiz cerca de 1/3 da receita e rendeu uma forma grande de pãezinhos. (Preferi modelar pães pequenos para poder congelar)


Pão de liquidificador
(receita para 8 pães)

Bater no liquidificador:
5 ovos
4 copos de leite morno(medida copo de requeijão)
4 tabletes de fermento fleischmann
1/2 xícara(chá) de açucar
1 colher de sp de sal
2 colheres de sp de manteiga
1/2 copo de óleo
Se quiser poderá colocar tb 1 colher de sp de banha hidrogenada....opcional...
Farinha o quanto baste (só para ter uma idéia, eu fiz 1/3 da receita e usei mais de 1/2 kg de farinha)

Bata por 10 minutos no liquidificador...
Coloque numa bacia e junte trigo até que obter uma massa homogênea que desgrude das mãos, passe para a mesa e sove bem a massa até desgrudar das mãos.
Faça os pães e coloque na assadeira, coloque uma bolinha de massa num copo com água e quando a bolinha subir, passe gema por cima dos pães e leve para assar em forno quente, em temperatura moderada.



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Sonia Novaes bread recipe. This bread is soft and delicious. I made about 1/3 of the recipe and it yielded a lot of bread.


Pão de liquidificador
(for 8 large loaves)

5 eggs
4 c warm milk
60g fresh yeast
1/2 c sugar
1 tbsp salt
2 tbsp butter
1/2 c oil
flour (i made 1/3 of the recipe and used more than 1/2kg of flour)

Blend all the ingredients for 10 min.
Pour the mixture into a large bowl and add flour little by little kneading with our hands until the dough is smooth and elastic. Mold the loaves, put them on baking sheets and let them double in volume. Brush their surface with beated egg yolks and bake.



9.1.07

Meias-luas de amêndoas

Receita do blog Creams Puffs in Venice, deliciosos, realmente deliciosos estes biscoitinhos! Eles estão no pote que a Miki me deu e já estão no fim porque O pega um sempre que passa pela cozinha. Na verdade, minhas meias-luas parecem ferraduras, mas não sou muito talentosa para modelar coisas.

Eu tinha comprado uma fava de baunilha e a usei nesta receita, mas acho que ela não estava boa, achei muito ressecada, não estava como aquelas dos programas culinários que parecem úmidas e polpudas, quase não consegui tirar as sementes. Fiz metade da receita e obtive cerca de 35 biscoitinhos.

Meias-luas de amêndoas

2 x de farinha
1 x de amêndoas fatiadas, de preferência, com a pele
1/4 c chá de sal
1 x de manteiga sem sal, à temperatura ambiente
3/4 x de açúcar de confeiteiro
1/2 fava de baunilha divida ao meio no sentido do comprimento
1/2 c chá de essência de baunilha
uma gota de essência de amêndoa
1 ovo grande

Para finalizar
1/2 x de açúcar
a casquinha da fava usada na primeira parte da receita

Bata a farinha, as amêndoas e o sal no processador de alimentos até que as amêndoas sejam moídas. A mistura será bem farinhenta.


Bata a manteiga na batedeira em velocidade alta por 2 min, até que fique cremosa. Adicione o açúcar de confeiteiro e bata em velocidade baixa até que incorpore bem, aumente a velocidade e bata por mais 1-2 min.


Raspe as sementes da fava de baunilha com as costas de uma colher ou a ponta de uma faca. Conserve a fava. Coloque as sementes cuidadosamente na mistura de manteiga e açúcar. Bata por 1 min. Adicione as essências de baunilha e de amêndoa, o ovo e bata até que fique homogêneo. Adicione a farinha com as amêndoas e combine tudo com as mãos até formar uma bola.


Embrulhe a massa em filme plástico e deixe na geladeira por 1 hora.


Enquanto isso, bata o açúcar e a fava de baunilha reservada no processador até que a fava fique em pedacinhos. Peneire para remover os pedaços maiores da fava. Reserve.


Preaqueça o forno à 180C, forre assadeiras com papel alumínio ou manteiga.


Retire a massa da geladeira, molde as meias-luas (faça cordõezinhos curvos) e coloque sobre a assadeira, repita o processo até a massa acabar. Asse por 16 min, ou até que comecem a dourar nas beiradas. Remova e deixe esfriar por 2-3 min. Tão logo seja possível, passe os biscoitos pelo açúcar com a baunilha e deixe esfriar completamente.

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A recipe from Creams Puffs in Venice, delicious!

8.1.07

Pão de queijo da Pat

Passei o final de semana cozinhando, pois o almoço familiar que não aconteceu no Natal e no Ano Novo foi realizado ontem. Estou cansada, ainda bem que sobrou bastante coisa e não tenho que pensar no que fazer hoje. Nem tudo saiu do jeito que eu queria, mas, no geral, foi uma refeição gostosa e leve. Estou resfriada (tinha dito que estava com gripe, mas como não tive febre, acho que é só um resfriado mesmo) e isso me deixa ainda mais abatida. Sinceramente não começamos 2007 com o pé direito, o ano teve início com resfriados e uma suspeita de roubo. Minha esperança é a de que o ano novo chinês, que começa em fevereiro, seja melhor, mas já li que o signo da cobra (o meu) e o do porco (regente do ano) não têm muitas afinidades... Bem, a esperança é a última que morre.

Receita da cunhada da Fernanda do Chucrute com salsicha. Os pães de queijo ficaram ótimos, a Valentina também fez e adorou. Fiz metade da receita e congelei o resto, só acho que o copo que usei como medida para o leite e o óleo era grande demais, a massa ficou no ponto com apenas um ovo. Mesmo assim, deu muito certo.




Pão de Queijo da Pat

1 quilo de polvilho azedo
1 quilo de batata cozida e espremida
1 copo americano de leite em temperatura ambiente
1 copo americano de óleo
1 colher de sopa de sal
1/2 queijo de Minas curado ralado
6 ovos caipiras grandes

Colocar o polvilho numa vasilha, espremer a batata cozida ainda quente em cima do polvilho. Coloque o sal. Misture bem com as mãos. Coloque o leite e misture com as mãos. Coloque o óleo e misture, sempre com as mãos. Coloque o queijo ralado e por último os ovos. Mexer bem com as mãos. Para dar um toque especial, pode acrescentar uma colher de sobremesa de sementes de erva-doce.

A massa deve ficar macia como uma massa de modelar. Se estiver quebradiça, precisa acrescentar mais um ovo. Modelar os pãezinhos e assar no forno pré-aquecido na temperatura mais alta por 20 a 30 minutos. Essa massa pode ser congelada.


7.1.07

Risoto de camarão com laranja do irmão da Val

Quero acabar com o preconceito contra o risoto que grassa por aqui e começar a servi-lo como prato único. Resolvi começar com esta receita do irmão da Valentina, delicioso! Vale muito a pena!

Valentina, você precisa me emprestar seu irmão por alguns dias!


Risoto de Camarão com laranja

400gr camarão
2 colheres de sopa de gengibre ralado
sal e pimenta do reino a gosto
azeite para dourar

Tempere o camarão com gengibre, sal e pimenta-do-reino. Deixe descansar por uns 30 minutos para pegar sabor.Depois refogue o camarão no azeite até ficar dourado (aprox 3 a 4 mins). Reserve.

3 xíc de arroz arbório
Cogumelos frescos
Champignon
Caldo de peixe ou camarão
1 copo de champagne ou vinho branco
cebola ralada
manteiga
alho picado (não socado)
1 copo de suco de laranja
raspas de laranja para decorar

Refogue a cebola na manteiga até ficar transparente. depois acrescente o arroz arbório e frite por mais ou menos uns 3 minutos juntamente com a cebola para que sele e não libere tanto amido. Acrescente o champignon e cogumelos fatiados, juntamente com a champagne e deixe evaporar sem secar completamente. Só então acrescente o suco de laranja e deixe reduzir no mínimo pela metade. Depois então proceda normalmente como procederia com qualquer risoto.Quando o risoto estiver no ponto acrescente os camarões, um pouco de manteiga gelada e misture levemente só para homogenizar a mistura.

Se servir só o risoto deixe uns camarões para decorar.


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Valentina has a brother who cooks very well, this is his recipe, delicious! Try and you won't regret!


Shrimp and orange juice risotto

400 g cleaned shrimp
2 tbsp fresh ginger, grated
salt and pepper to taste
olive oil

Season the shrimp with ginger, salt and pepper and let it rest for 30 min. After that time fry them in a little olive oil until browned, 3-4 min. Reserve.

3 c arborio rice
fresh champignons
fish or shrimp stock
1 c champagne or white wine
grated onion
butter
minced garlic
1 c orange juice
some grated zest of an orange

Sauté onion in butter until translucent. Add arborio rice and sauté for 3 min more. Add sliced champignons, add champagne and wait it evaporate completely, always stirring. Add the orange juice, wait until it has reduced to about a half and proceed like you do when cooking a regular risotto. When the risotto is ready, stir in the fried shrimps (reserve some for garnishing) and a little cold butter.


3.1.07

Pão de nozes

Este pão é tão fácil e tão gostoso! Receita encontrada neste blog. Eu fiz metade da receita e deu um belo pão, eu não tinha centeio, por isso, eu o substituí por farinha de trigo integral. Na hora de modelar, eu fiz um corte bem no meio e abri o buraco pedido, mas enquanto assava, ele cresceu e o buraco sumiu! Usei a máquina para amassar, mas seguindo a receita ao pé da letra (meça tudo na balança, inclusive a água), você obtém uma massa perfeita para fazer a mão mesmo.


Pão de nozes

400g de farinha
100g de farinha de centeio (usei farinha de trigo integral)
2 c chá de fermento biológico granulado
10g de sal
350g de água morna (pese na balança)
200g de nozes picadas grosseiramente

Misture as duas farinhas com o fermento. Adicione o sal e água e sove bem até obter uma massa macia e elástica. Adicione as nozes no final. Forme uma bola e deixe crescer coberta por um pano de prato por uma hora. Após crescer, divida a massa em duas, forme duas bolas e deixe descansar por 5 min. Faça um grande buraco no meio de cada uma e deixe crescer por mais uma hora até dobrar de volume. Preaqueça o forno à 240C. Umedeça o interior do forno com um spray (eu não fiz isso, acho que serve para não ressecar o pão). Reduza a temperatura para 220C e asse os pães por 5 min. Reduza a temperatura para 200C e asse por 15 min. Retire do forno e deixe esfriar. (Eu não fiz toda essa mudança de temperatura, assei à 190C até que o pão começasse a dourar).


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This walnut bread is really good! Recipe here.
I used whole wheat flour instead of the rye flour.