30.12.07

Feliz 2008!

Uma boa passagem de ano para todos aqueles que visitam o blog, com boa comida e muito espumante (mas sem indigestão ou ressaca)!

Jantarei cedo, não farei simpatias, dormirei logo depois da meia-noite, mas estarei cruzando os dedos mentalmente desejando que 2008 seja um bom ano.

Beijos e até lá!

29.12.07

O que fazer com restos de peru III/IV - Creme e quiche

Desta vez segui a dica da Luna, desfiei a carne, bati um pouco do molho no liquidificador com maisena, refoguei um pouco de cebola, adicionei a carne, o molho com a maisena, deixei engrossar, coloquei ervilhas e creme de leite. Só não contava com o sal do molho, junto com o sal da carne, ficou incomível. Odeio comprar peru já temperado, são uma bomba de sódio, mas não tive opção. Infelizmente, apesar do creme ter ficado apetitoso, após algumas colheradas, O. jogou a toalha e terminou o almoço com um sanduíche.

(Sabendo do problema do sal, da próxima vez poderei fazer algo a respeito, talvez usar leite no lugar do molho do peru. A receita é bastante versátil, sugiro adicionar palmito e champignons e mandar ver!)

À noite, "reciclei" o creme de peru, adicionei um pouco mais de creme de leite dois/três ovos batidos e espinafre (lavado, levado ao fogo em uma panela tampada apenas para murchar, depois espremido para retirar o excesso de líquido e picado) e, assim, fiz um belo recheio de quiche, o problema do sal foi resolvido. Fiz uma massa com farinha, azeite, uma pitada de sal e juntei água até obter uma massa homogêna (a massa feita assim fica crocante, mas se preferir uma massa podre, veja a receita aqui), forrei uma forma com ela, cobri com o recheio e assei. Deliciosa!

E assim acabei com o peru!

28.12.07

Diary of a bad year - Coetzee

Coetzee veio para a Flip e leu trechos deste livro para o público. Não sei se o público gostou, pelo o que li, a recepção não foi lá muito calorosa.

O livro não é um romance, mas consiste de vários ensaios sobre as opiniões do autor sobre política, arte e de suas experiências como escritor. Cada página é divida em três pedaços, acima ficam os ensaios e abaixo está o "diário" propriamente dito. Um trecho é escrito pelo autor dos ensaios, o Sr. C, e o outro por Anya, uma garota que mora no mesmo prédio do autor e que ele contrata para datilografar os seus textos. O espaço destinado a Anya e ao Sr. C serve para que ambos expressem suas críticas aos ensaios da parte superior e dão um ar mais pessoal à obra.


A primeira parte do livro, aquela que trata mais de política e do mundo, é um pouco tediosa (como a própria Anya diz ao autor), mas a segunda parte, composta de pequenos ensaios sobre o dia a dia e as experiências do autor, é quase confessional. Gostei bastante do livro, dá para confirmar que há muito de Coetzee em Elizabeth Costello, um tipo de alter ego do escritor, mas aqui ele fala em primeira pessoa. Talvez a única coisa um pouco desagradável seja ter que ler o ensaio inteiro e depois voltar para ler os dois pedaços abaixo dele, mas eles são curtos e rápidos. Eis um trecho:

"Leio o trabalho de outros escritores, leio as passagens de densa descrição que eles compõem com grande esmero e trabalho com o propósito de evocar espetáculos imaginários diante do olho interno e meu coração vai a pique. Eu nunca fui muito bom em evocar o real, e tenho ainda menos estômago para a tarefa agora. A verdade é: eu nunca derivei muito prazer no mundo visível, não sinto com grande convicção a necessidade de recriá-lo com palavras."


Sobre a vida de escritor

27.12.07

O que fazer com restos de peru II - Croquetes

Segui a dica da Drica e fiz croquetinhos com outra porção do resto do peru de Natal. Ela falou para eu fazer um molho branco bem grosso, adicionar o peru batido no processador e modelar os croquetes. Eu não fiz exatamente um molho branco, fiz um mingau bem grosso com leite e maisena, para fazer uma "cola" mesmo, bati o peru no processador com meia cebola, meia lata de ervilha (sobra da outra receita na qual usei outra parte do resto de peru) e nem precisei temperar, porque o peru temperado é bem salgado. Modelei meus croquetes/nuggets, passei no ovo e empanei com farinha de rosca. Pincelei uma assadeira com óleo para não grudar, coloquei os nuggets, dei outra pincelada de óleo sobre eles (se não fizer isso, eles ressecam) e levei para assar. (Eu não gosto de frituras, mas você pode fritá-los sem problemas). Deixei dourar de um lado, virei e deixei dourar do outro. Ficaram jóia! Obrigada Drica e obrigada por me colocar na lista de blogs premiados!

Se não gostar da ideia do molho branco, você pode usar batatas cozidas. Basta amassá-la e juntá-las a um refogado feito com os restos de peru, alho, cebola e cheiro verde picado. Misturar bem e modelar os croquetes, passar no ovo e na farinha de rosca e fritar (ou assar) como um croquete normal.





26.12.07

O que fazer com restos de peru I - Macarrão gratinado

Comprei um peito de peru já temperado para o Natal, ele foi assado, mas como sempre, sobrou muito e agora preciso "disfarçá-lo" para que possa voltar à mesa sem ouvir reclamações. O que fiz com ele hoje:

Preparei um molho branco não muito grosso com um pouco de manteiga, cebola, farinha e leite. Adicionei o peru cortado em pedacinhos, ervilha enlatada, penne cozido, misturei, nem precisei temperar, pois o sal da carne deu conta do recado. Coloquei em uma forma, polvilhei queijo ralado e levei ao forno para gratinar. Você pode colocar creme de leite, brocólis cozido, cogumelos e outros vegetais, mas eu só tinha ervilha. Ficou muito bom! Agora preciso encontrar opções para o resto do bicho.

Sem fotos, ando com preguiça de correr para a cozinha com a máquina.


22.12.07

Feliz Natal

Nada como o Natal para despertar meu Ebenezer Scrooge. Definitivamente final de ano não é meu forte. A cidade fica cheia, as lojas e mercados ficam cheios e ao invés de paz e tranqüilidade há um sentimento de urgência e impaciência no ar, todo mundo tem mil e uma coisas para fazer antes das datas comemorativas. Gosto mesmo é da calmaria de janeiro, todo mundo já comeu, festejou e precisa se preocupar apenas com as contas para pagar.
Mas tradição é tradição e teremos peru e espumante. O. vai ouvir Leonard Cohen e Tom Waits na virada do ano com aquele ar nostálgico e 2008 estará aí.
Por tradição, eu também estou com algumas resoluções prontas para colocar em prática no próximo ano. Por exemplo, contratar um site para arranjar algum emprego e trabalhar fora para variar, porque este ano de sabático em casa já deu tudo o que tinha que dar, se conseguir um emprego razoável, devo comprar um carro qualquer e voltar a dirigir, algo que não faço há dez anos, acho que está na hora de crescer. Vamos ver se consigo.

Feliz Natal e boa passagem de ano para todos!


19.12.07

Life and times o Michael K.

Se o Daniel perguntasse qual o melhor livro que li nestes últimos dias, diria que foi Life and Times of Michael K. do J.M. Coetzee. Tenho fases de leitura e às vezes leio vários livros de um mesmo autor um atrás do outro. Atualmente é o Coetzee, um autor sul-africano que mora na Austrália. O livro em questão foi publicado em 1983, vinte anos antes dele ganhar o Nobel, mas é muito bom! Comecei com Disgrace, provavelmente seu livro mais aclamado, e continuei com suas obras mais recentes (Elizabeth Costello, Master of Petersburg, Slow Man), agora faço o caminho inverso (antes de seguir com esse projeto, entretanto, lerei Diary of a bad year).

Life and Times of Michael K. conta a história de Michael, filho de uma empregada doméstica que nasceu com lábios leporinos e algum retardo mental. Ele cresce em uma instituição para portadores de deficiência, entra para o serviço público e vira jardineiro na cidade do Cabo. Ele está com trinta anos, sua mãe está doente e a África do Sul está em guerra. É nesse cenário que Michael parte carregando sua mãe em uma carriola improvisada em direção ao interior do país. A viagem é árdua, sua mãe morre no caminho, mas Michael prossegue em uma viagem marcada por suas estadas escondido na estepe ou nas montanhas, alimentando-se de insetos, pequenos animais e raízes, e passagens por campos de trabalhadores e hospitais. Michael é um personagem tocante, como alguém descreve bem, ele é um ser original, que vive alheio à guerra, sem preocupações maiores do que observar as coisas ao seu redor de forma impassível.


Eis como o próprio Michael descreve sua vida:

"Em todos os lugares para onde vou, há pessoas esperando executar suas formas de caridade em mim. Todos esses anos e eu ainda trago o ar de um órfão. Elas tratam-me como as crianças de Jakkalsdrif que estão dispostas a alimentar porque ainda são muito jovens para ser culpadas de qualquer coisa. Em troca, elas esperam apenas um gaguejo de agradecimento das crianças. De mim, elas esperam mais, porque estive mais tempo no mundo. Elas desejam que eu abra meu coração e conte a história de uma vida vivida em jaulas. Elas querem ouvir sobre todas as jaulas nas quais vivi como se eu fosse um papagaio, ou um rato, ou um macaco. E se eu tivesse aprendido a contar histórias em Huis Norenius ao invés de descascar batatas e a fazer somas, se tivessem feito com que praticasse a história da minha vida todos os dias, vigiando-me com uma vara até que eu conseguisse fazer isso sem cometer erros, eu poderia satisfazê-las. Eu teria contado a história de uma vida em prisões nas quais eu permanecia dia após dia, ano após ano, com a testa contra a grade e os olhos perdidos na distância, sonhando com experiências que nunca teria, onde os guardas xingavam-me e chutavam meu traseiro e mandavam-me esfregar o chão. Quando minha história terminasse, as pessoas balançariam a cabeça, teriam pena, sentiriam raiva e ofereceriam comida e bebida; as mulheres me levariam para suas camas e me acalentariam no escuro. Entretanto, a verdade é que fui um jardineiro, primeiro para a Câmara, depois para mim mesmo, e jardineiros passam seu tempo com o nariz no chão."

14.12.07

Últimas novas

Mais uma estada relâmpago em SP, O. tinha uma confraternização e eu precisava pegar a câmera que ficou na assistência técnica. Foi minha segunda Canon com defeito no sensor de imagem, várias câmeras tiveram que fazer um "recall" por causa desse problema no mundo todo, eu tive um duplo azar, ao menos nada nunca foi cobrado. Na primeira vez, deram-me uma câmera nova equivalente no lugar da defeituosa porque eles não tinham a peça. Desta vez foi diferente e a minha câmera foi consertada, fiquei feliz, pois gosto muito dela.

Por falar em SP, a cidade está um inferno. Voltar lá, só depois das festas, está tudo lotado, gente saindo pelo ladrão!

Comi meu primeiro alfajor Havanna, comprei dois apenas para provar e matar a curiosidade. Para ser sincera, não achei nada demais, bem feito, mas não ganha de uns pães de mel recheados com doce de leite que comprava em uma banca de jornal na rodoviária da cidade em que estudava no colegial... rs

Almocei no Le petit Trou (R. Vupabussu, 71, Pinheiros) e senti na pele o que está no nome da casa, o lugar é bem apertado! Como havia uma confraternização no salão do primeiro andar, fomos parar em um pequeno cubículo no segundo andar onde nos esprememos com mais quatro pessoas. Acho que em um dia normal, dá para ter mais conforto. A comida é boa e bem feita. A rolha é cara, minha sogra levou o vinho apesar de saber que ela desembolsaria R$40,00. Na rápida passada de olhos pela carta de vinhos, vi basicamente franceses importados pela Mistral e alguns brasileiros (Chandon, Marson, Pizzato, Rio Sol).

Por fim, uma dica literária: o Daniel publicou um post com uma lista das melhores leituras de 2007 elaborada com a colaboração de diversas pessoas, inclusive desta que vos escreve, passem por lá!

11.12.07

Couscous natalino

Foi a Lara quem publicou a receita no Ratatouille, já aviso que ela é deliciosa e está aprovadíssima, se alguém ainda estiver precisando de uma idéia para alguma ceia, fica esta aqui.
Não tinha os figos secos e as passas brancas, então fiz sem mesmo.

Couscous natalino

250 g de couscous (sêmola de trigo)
300 ml de caldo de legumes
1 colher de café de cominho em pó
1 dente de alho
1/2 pimenta dedo-de-moça sem semente
50 g de avelã tostada e picada (usei nozes)
30 g de passas brancas
30 g de passas pretas
50 g de damascos secos
50 g de tâmaras secas
50 g de figo seco
80 ml de vinho do Porto (usei conhaque)
2 colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de hortelã picada em juliana
sa e pimenta

Cubra as frutas secas com o vinho do porto. Deixe marinando durante meia hora e depois escorra. Ferva o caldo de legumes, adicione alho, pimenta-de-moça e cominho, espere que ferva bem, em seguida, desligue o fogo e tampe a panela para fazer uma infusão. Coe o caldo da infusão e tempere com sal e pimenta (lembre de provar, pois se usar o caldo de legumes industrializado, ele pode já conter sal). Coloque o couscous em um bowl e cubra-o com o caldo, tampe com um filme e deixe o couscous inchar. Pique as frutas secas, a avelã e reserve. Esquente uma panela com o azeite de oliva, acrescente as frutas secas picadas e, depois, o couscous. Se necessário, corrija o tempero e, no último momento, adicione a hortelã em juliana.
Sirva acompanhado com figos grelhados com mel, avelãs e agrião.

10.12.07

Dedicatória

A Mary com certeza ficaria surpresa em saber que o livro que ela deu para seu pai veio parar aqui no Brasil...

9.12.07

Bolo de frutas da Patricia

Outro belo bolo de frutas, receita do Simply Recipes. Como recomendado, molhei o bolo com um pouco de uísque, enrolei com filme plástico e deixei na geladeira para comê-lo mais perto do Natal, claro que dois dias depois alguém teve que provar uma fatia para acalmar as lombrigas...

O bolo está muito bom, mas o sabor do uísque ainda está bem forte, acho que na próxima semana ele deve estar mais "arredondado".

Bolo de frutas da Patricia

1 c chá de bicarbonato de sódio
1 x de creme azedo (*)
1 x de tâmaras picadas
2 x de passas sem sementes
1/2 x de cerejas glaçadas (usei o resto das frutas cristalizadas que tinha em casa)
1 x de nozes
2 x de farinha (divididas em 1/4x e 1 3/4 x)
1/2 x de manteiga à temperatura ambiente
1 x de açúcar
1 ovo à temperatura ambiente
raspas da casca de 1 laranja
1/2 c chá de sal

(*) Misture 250 ml de creme de leite fresco com 1 colher de sopa de sumo de limão numa tigela de vidro e misture até engrossar. Se não for usar na hora, guarde na geladeira.

Preaqueça o forno à 160g. Em um recipiente pequeno, misture o bicarbonato de sódio e o creme azedo, reserve.
Combine as tâmaras, passas, cerejas e nozes e 1/4 x de farinha e misture bem para que as frutas fiquem cobertas pela farinha. Reserve.
Bata o açúcar e a manteiga. Adicione o ovo, as raspas de laranja e a mistura de creme azedo com bicarbonato de sódio. Adicione a farinha e o sal e mexa bem. Coloque as frutas e misture bem.
Despeje a massa em uma forma de bolo inglês e asse por cerca de uma hora e meia ou duas horas, ou até que um palito inserido no centro do bolo saía limpo. Coloque uma assadeira com água no forno (na grelha debaixo), reponha a água caso necessário enquanto o bolo assa. (Eu me esqueci de fazer isso!).
Enrole o bolo em folhas de alumínio e filme plástico para armazenar. Se quiser, você pode molhá-lo com um pouco de uísque (ou algum licor, acho que algo com amêndoas deve ser uma ótima opção!), especialmente se quiser armazená-lo por algum tempo.

Rende um bolo.

Nota: Forre a forma com papel manteiga/vegetal untado, corte-o de modo que ele cubra os lados da forma e ainda sobre um pouco nas bordas. Assim, quando for desenformar o bolo, bastará puxá-lo pelas pontas do papel.

5.12.07

Curry de beringela

Receita da Akemi, gosto muito dela, é a segunda vez que preparo! Usei os temperos já moídos que tinha e coco em flocos.

Curry de beringela

 
5 beringelas japonesas
500g de peito de frango moído
3 tomates grandes
1 cebola grande
50 ml de purê de alho e gengibre (bata partes iguais de alho sem casca e gengibre com casca no liquidificador com um pouquinho de água)

Especiarias:
10 grãos de pimenta do reino preta
7 sementes de cardamono verde 7 cravos da índia 7g de grãos de cominho 1 pedaço grande de canela em pau 25g de coentro em pó 5 a 10g de pimenta chili ou caiena em pó (coloque mais ou menos conforme seu gosto)
13g de curcuma em pó

  150ml de óleo de canola
200ml de leite de coco
300ml ou mais de água (vai depender dos tomates e se você gostar do caldo mais ralo ou cremoso) 1 1/2 colher (sopa) de sal
20g de coco ralado grosso
óleo para fritura das beringelas

Preparativos:

- tire as pontas das beringelas, corte ao meio e depois em meia-lua de 2cm. Deixe de molho na água por alguns minutos. Coloque óleo numa frigideira e leve ao fogo forte para aquecer. Escorra as beringelas e seque em papel toalha. Frite até dourarem levemente. Retire e deixe escorrendo em papel toalha.

- pique os tomates e a cebola.

Modo de fazer:

Coloque os 150ml de óleo numa panela grande junto com os grãos de pimenta, cravos, cardamono, cominho e canela. Leve ao fogo baixo e deixe fritando até que comece a exalar um bom odor.


Aumente um pouco o fogo e junte a cebola picadinha e refogue até ficar corada. Coloque o purê de alho e gengibre e os tomates. Misture bem e deixe refogando até derreter os tomates. Em seguida, adicione os pós de coentro, chili e curcuma. Mexa bem. Junte o coco ralado e o sal. Coloque a carne moída e vá misturando até mudar de cor e ficar soltinho.


Acrescente então o leite de coco e a água. Deixe cozinhando por alguns minutos para tomar gosto e apurar o caldo. Coloque as beringelas fritas e deixe mais uns 10 minutos. Vá mexendo de vez enquando mas tomando cuidado para não desmanchar as beringelas. Sirva com arroz branco.

1.12.07

Bolo de frutas com chocolate

Fazia muito tempo que desejava preparar a receita de bolo da Sheila (na verdade, desde que o provei no encontro blogger, estava morrendo de vontade de assá-lo em casa). Assim como a Giovana, eu resolvi fazer bolos menores para presentear, a massa rendeu seis muffins grandes. Comi um ou dois e eles saíram como eu me lembrava, deliciosos!

Bolo de frutas com chocolate

4 ovos
1/2 xícara de óleo
2 col. sopa de manteiga em temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar (1 de mascavo)
2 xíc de farinha de trigo
1 col sobremesa de fermento em pó
1 col café de cravo em pó
1 col café de canela em pó
Pistilos de 3 sementes de cardamomo
3 maçãs sem casca cortadas em cubinhos
Uva passa, frutas cristalizadas, cereja picada e gotas de chocolate a gosto

Bata no liquidificador os ovos, o óleo e a manteiga. Aos poucos, junte os ingredientes secos - menos as frutas - e bata novamente (se a massa pesar muito, misture à mão).
Despeje a massa em uma vasilha e junte as frutas misturando delicadamente com uma colher.
Depois acrescente o chocolate picado.
Asse em fôrma de bolo ingles untada e polvilhada com uma mistura de açúcar e canela. Importante assar vagarosamente, em fogo baixo, pois a massa é pesada e pode tostar por fora e ficar crua por dentro.