13.6.15

Junho

Quanto tempo, não é mesmo? Minha última postagem aqui é de setembro. Continuei escrevendo um pouco em meu outro blog, mas este ficou abandonado. E o que aconteceu nesse meio tempo?

Concluí as disciplinas presenciais do mestrado, estou em fase final de revisão da dissertação e, se não tiver que mexer muito no texto, espero defender até o final do ano. Mais um diploma para a gaveta, certamente, mas isso já não me incomoda mais. Faço porque me interessa e aprender nunca é demais.

Comprei uma composteira com minhocas e descobri que produzo muito lixo orgânico, por isso, decidi adquirir mais algumas caixas para ampliar o condomínio minhoquífero e tentar dar conta do recado. 

E tá dam! Finalmente montei uma horta, tinha planos de fazer isso há um bom tempo e não sei por que esperei tanto para capinar a grama, arrumar os paralelepípedos que estavam amontoados no quintal para fazer os canteiros e enchê-los de terra. Já temos rúcula, beterraba, alface roxa, salsa crespa, cebolinha, cebolas e logo mais os tomateiros devem florir. 

Reaproveitei canos de pvc e plantei alguns morangueiros que estavam desanimados no chão. Limpei o canteiro de hortelã e ela agradeceu com belas folhas. 

O problema é que agora quero ampliar a plantação. Comprar alguns tijolos, mais terra e plantar mais algumas ervas, flores, verduras e legumes. Costumava fazer pedidos na fazenda de orgânicos, mas acabei desistindo, o preço do frete e o valor mínimo de compra subiram muito (e as coisas andam ficando caras, não é mesmo?). 

Estamos autossuficientes em rúcula e alface atualmente (O. já não aguenta mais comer rúcula todos os dias), posso colher as folhas pouco antes da refeição para a salada, elas não ficam mais murchando na geladeira. Espero ter pique para continuar com a horta. Por enquanto, estou bastante animada e descobri que, de fato, colher o que se planta dá uma satisfação enorme.