Nenhum ônibus me preparou para aquele que teria que encarar depois de vir habitar o castelo (?) de meu príncipe encantado. Ele passa por aqui quatro vezes por dia em horários esquisitíssimos. Primeiro ouço seu som longíquo, depois vejo o pó que sua carroceria levanta e, finalmente, ele surge na curva da estrada.
Nos bons tempos eu levava um lenço para limpar os bancos cobertos de poeira, mas hoje em dia eu me limito a usar uma roupa que possa sujar sem dramas. Ele transforma os 8km que me separam da civilização em uma hora de viagem. Uma hora sacolejando por várias estradas de terra, percorrendo fazendas, atravessando canaviais, bambuzais, engolindo poeira vermelha.
Eis o elo vital que liga a área rural a aquilo que poderia ser chamado de minha cidade, mas que eu considero apenas um ponto de passagem para algum outro lugar, um outro lugar muito desejado, porém ainda indefinido.
Nos bons tempos eu levava um lenço para limpar os bancos cobertos de poeira, mas hoje em dia eu me limito a usar uma roupa que possa sujar sem dramas. Ele transforma os 8km que me separam da civilização em uma hora de viagem. Uma hora sacolejando por várias estradas de terra, percorrendo fazendas, atravessando canaviais, bambuzais, engolindo poeira vermelha.
Eis o elo vital que liga a área rural a aquilo que poderia ser chamado de minha cidade, mas que eu considero apenas um ponto de passagem para algum outro lugar, um outro lugar muito desejado, porém ainda indefinido.