7.5.07

Em busca do tempo perdido - No caminho de Swan


Talvez alguns livros realmente devam ser lidos em determinadas épocas de nossas vidas, ao menos para mim, esse foi o caso com Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, obra que narra as memórias do autor desde sua infância, composta de sete volumes. Todo mundo falava tanto desse autor francês, sempre lia elogios à sua obra e, no entanto, quando peguei o primeiro volume, "No caminho de Swan", e o li, achei tão enfadonho! Parei no começo do segundo volume, "À sombra das raparigas em flor", e o esqueci por completo. Há alguns anos atrás, resolvi fazer um curso de literatura em uma escola de francês apenas para melhorar o vocabulário e manter contato com a língua, a obra a ser lida era "Sodoma e Gomorra", se não me engano, o quarto volume de Em Busca do Tempo Perdido. Daquela vez, fui conquistada por Proust e li todos os volumes, um atrás do outro! Ah, as descrições de Combray e Balbec, cidades nas quais o autor respectivamente passou sua infância e suas férias à beira-mar, são belíssimas! A riqueza de detalhes e composição dos personagens são invejáveis!

No caminho de Swan
, À Sombra das raparigas em flor e Sodoma e Gomorra são os volumes de que mais gosto, mas a obra toda é muito boa!

Terminei de reler o No caminho de Swan esta semana, este é finalzinho do livro:

"Os lugares que conhecemos pertencem apenas ao mundo do espaço no qual os situamos por uma questão de comodidade. Eles não passavam de uma fatia ínfima entre as impressões contíguas que formavam nossa vida então, a lembrança de uma certa imagem é apenas o pesar de um certo instante; e as casas, as ruas, as avenidas, são fugitivas, hélas, como os anos."

*Há traduções muito boas para o português feitas por Carlos Drummond de Andrade e Mário Quintana!


4.5.07

Bombocado de fubá da mãe da Miki

Vi essa receita há tanto tempo no blog da Miki, mas só a fiz agora! Ela me faz lembrar da infância, pois sempre que havia alguma festinha na escola, alguém levava esse bolo/bombocado. Na verdade o meu ficou parecendo um bolo-pudim de fubá, a parte mais mole até formou uma calda! Eu coloquei uma xícara de açúcar a menos, será que foi isso? (Ou terá sido o leite feito com leite em pó? Sabem como é, moro longe do supermercado... Talvez deva ser mais disciplinada na cozinha). De qualquer forma, ficou bom!
Assei em uma forma com furo no meio grande.

Bombocado de fubá da mãe da Miki

 
3 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
1 1/2 xícaras (chá) de fubá
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de manteiga derretida no leite
1 colher (sopa) de fermento em pó
4 colheres (sopa) de queijo ralado (50g)
4 xícaras (chá) de leite

Bata no liquidificador os ovos por uns 5 minutos. Acrescente o açúcar aos poucos.
Misture fubá, farinha, queijo ralado. Reserve.
Adicione aos poucos e alternadamente a mistura de farinha e o leite. Por último, acrescente o fermento.
Desligue o liquidificador e verta a mistura (fica bem líquida) em uma fôrma untada e enfarinhada. Forno moderado. Espere esfriar completamente para desenformar.
A parte de baixo fica um bolo e, por cima, uma camada de creme.

3.5.07

Questionário Literário

A querida Elvira da Tasca me convidou a responder este questionário sobre livros, como sou apaixonada pela literatura e gosto de memes, eis minhas respostas (em português, pois meu francês anda enferrujado...):

Os 4 livros de minha infância:


Os colegas de Lygia Bojunga Nunes, li este livro infantil com uma prima em uma viagem ao litoral norte de SP, antes de dormir, cada uma de nós lia um pedaço, como ela se cansou, li o final sozinha. Relido várias vezes.


Monteiro Lobato: Li todas as histórias do Sítio do Pica-pau Amarelo. É uma pena que as crianças prefiram assistir televisão hoje em dia...


Contos de Hans Christian Andersen: como a Elvira, eu também adorava os contos de Andersen, eles não são alegres, ao contrário, muitas vezes, são sombrios, mas muito interessantes. Minha história favorita era a "Rainha da Neve".

Estórias e lendas brasileiras contadas pelo Arrelia: uma coletânea de contos e lendas brasileiros divididos de acordo com suas regiões de origem narrados pelo palhaço Arrelia. Histórias sobre o Currupira, Boitatá, Mãe d'água, boto... Não encontrei referência para a coletânea :(


Os 4 escritores que eu lerei e relerei:

Emily Dickinson: Adoro seus poemas sensíveis e cheios de beleza.
Fernando Pessoa: sem comentários!

Marcel Proust: Estou relendo o primeiro volume de
Em busca do tempo perdido, algumas de suas descrições de Balbec e de Combray são inesquecíveis...

Yasunari Kawabata
: mais uma coincidência com as resposta da Elvira... Yasunari Kawabata é um autor japonês de escrita ímpar. Gosto de pensar que seus textos são compostos de pequenos haikais.

Os 4 autores que não comprarei ou tomarei mais emprestado:

Paulo Coelho: Oh! Ele um dos escritores que aparece constantemente neste item! rs Bem, ele serve para distrair, mas está na categoria de auto-ajuda, não de literatura... Só invejo sua capacidade de fazer dinheiro...


Sidney Sheldon: Hum.. Esta parte do questionário deveria ser suprimida, pois respondê-la me deixa muuuuito embaraçada. Mas vamos lá, li muito Sidney Sheldon quando era adolescente, fazer o quê?


J.J. Benítez
: Confesso, li quase toda a Operação Cavalo de Tróia, fiquei esperando a conclusão, mas ela saiu quando eu não estava mais interessada...

Anne Rice
: Meu Deus! A humilhação continua! Li todos os livros sobre o vampiro Lestat, alguns sobre bruxas, mas não cheguei à Múmia...

Os 4 livros que eu levaria para uma ilha deserta:

Don Quijote de la Mancha de Cervantes: Don Quijote (ou Quixote) e Sancho Pança protagonizam a mais bela história de amizade e amor que conheço, eles são os personagens mais humanos de toda a literatura: são mesquinhos, ignorantes, geralmente ridículos, mas capazes de grandes demonstrações de amizade e bondade.

As mil e uma noites: adoro suas histórias com perfumes e sabores orientais...

Contos de Genji de Murasaki Shikibu: há anos estou para me atracar com esse livro, uma espécie de diário escrito por uma cortesã no Japão feudal.


Trilogia do Cairo de Naguib Mahfuz: ela conta a história de várias gerações de uma família no Cairo entre a primeira Guerra Mundial e a queda da monarquia no Egito, maravilhosa.

As 4 (x4) últimas palavras de meu livro preferido (também como a Elvira é a última estrofe de um de meus poemas favoritos de Pessoa, Hora Absurda:)

"O que é que me tortura?... Se até a tua face calma
Só me enche de tédios e de ópios de ócios medonhos...
Não sei... Eu sou um doido que estranha a sua própria alma...
Eu fui amado em efígie num país para além dos sonhos..."

Os 4 (+4) primeiros livros de minha lista de (re)leitura:

Anna Karenina
, Tolstoi
Gargantua e Pantagruel, Rabelais
Tu rostro mañana
, Javier Marías
After Dark, Haruki Murakami (Eba! Ainda há Murakamis para ler! A tradução americana será lançada este mês)

Para reler:

Kafka on the shore, Haruki Murakami
Kokoro, Natsume Soseki
Cem anos de solidão, Gabriel Garcia Marquez
A cor púrpura, Alice Walker

Este meme está aberto a todos os amantes da literatura que quiserem respondê-lo!

30.4.07

L'art du roman (A arte do romance) - Milan Kundera

A arte do Romance é um dos primeiros livros de ensaios e reflexões de Kundera, o seguinte é Testamentos Traídos, A Cortina é o último. Agora posso dizer que li todos. Gosto do Kundera como escritor, li vários de seus romances e me lembro de tê-los achado bons, mas se me perguntarem o enredo de qualquer um deles, não conseguiria contar nada! Que coisa feia, não é mesmo?

O Kundera ensaísta não se cansa de comentar os autores e obras de que gosta e fazem parte sua formação como escritor: Kafka, Rabelais, Cervantes, Flaubert, Tolstoi, Gombrowics, Hermann Broch... Ele sempre os usa como exemplos do que seria uma grande criação literária. Ele fala das traduções, que se revelam quase sempre filhos infiéis, pois os tradutores gostam de criar expressões e de mudar palavras de acordo com o que julgam soar melhor, fala de seu próprio processo criativo, de como seus romances podem ser comparados a composições musicais, aliás, Kundera estudou música durante muito tempo antes de se tornar escritor e seu pai também era músico. Crítica literária de peso, boa crítica de época e de gostos.


29.4.07

Pão de queijo Bicho do Mato

Vocês se lembram de que comi o melhor pão de queijo da vida na Pousada Bicho do Mato quando fui a Gonçalves (MG) no mês passado? E de que ganhei a receita? Pois eu a preparei! A Neusa (ou Nilza? Esse negócio de ter vergonha de pedir para uma pessoa repetir o nome quando não ouviu direito é terrível!) avisou que muita gente não tinha conseguido obter um pão de queijo igual em casa mesmo seguindo a receita e me aconselhou a comprar o polvilho usado na pousada (foto abaixo) que, segundo ela, é mais grosso do que aqueles vendidos nos grandes supermercados, então segui o seu conselho.

Ela disse que podia ser doce ou azedo, comprei o azedo porque foi o primeiro que encontrei em um mercadinho da cidade. Também comprei um queijo mineiro da gema antes de voltar para casa. Com o polvilho e o queijo na mão, lá fui eu fazer a receita. Fiz inteira para não ter erro.


Deu tudo certo, enrolei e assei uma fornada no mesmo dia, mas achei que não ficaram iguais aos que tinha comido. Decepção. Congelei o resto e no dia em que retirei alguns do congelador para assar, resolvi testar uma teoria: a de que talvez o segredo fosse assar os pães até que eles ficassem bem corados, como na pousada, onde os seus "fundilhos" ficavam bem escuros. Dito e feito! Assando por mais tempo, sem deixá-los branquelos como na primeira vez, obtive um pão de queijo crocante por fora e com uma textura cremosa por dentro! Ficaram tão bons! Só fiquei em dúvida sobre se tê-los congelado poderia ter contribuído para este resultado, mas se quiser saber, tenho que refazer a receita e assá-los antes de congelá-los. Quando repetir a dose (algo que certamente irá acontecer), farei um teste.


Pão de Queijo Bicho do Mato

4 x de polvilho (doce ou azedo, usei o azedo)
4 ovos
4 x de queijo mineiro ralado (você pode adicionar uma xícara extra de queijo!)
1 1/2 x de água
1 1/2 x de leite
1/2 x de óleo
sal a gosto

Ferver o leite, óleo, água e sal e escaldar o polvilho. Mexer com uma colher de pau até o líquido ser absorvido pelo polvilho. Quando esfriar o suficiente, coloque os ovos e o queijo, amassar bem com as mãos e enrolar. (Se a massa ficar dura, adicionar um pouco de água).
Os pães podem ser congelados e assados depois.



26.4.07

Bolinhas de frango com molho teriyaki

Como essa receita é boa! Encontrei no Blog Cuisine Métisse e sua autora, por sua vez, a adaptou do blog Rasa Malaysia. Um jeito diferente de empregar o molho teriyaki.

Bolinhas de frango com molho teriyaki

No processador de alimentos, bater:

1 peito de frango inteiro, desossado, cortado em pedaços
1/2 cebola picada
1 c sopa de farinha
1 c sopa de maisena
1 ovo
3 c sopa de miolo de pão seco ralado ou em pedaços
1/2 c chá de sal

Formar bolinhas dessa mistura com as mãos úmidas (ou elas irão grudar).
Colocar uma porção de cada vez para cozinhar em um panela com água fervente com 2 cm de gengibre fresco ralado. Retirar à medida que elas subirem à superfície (como no preparo do nhoque) e espetá-las em palitos (ou deixá-las como estão para serem servidas como aperitivo).

Prepare o molho: em uma pequena panela, ferva 5 c sopa de molho de soja (shoyu), 4 c sopa de sakê, 1 c sopa de mirin (tipo de sakê adocicado utilizado na culinária japonesa), 1 c sopa de açúcar. Adicione 1 c sopa de maisena dissolvida em um pouco de água, misture, retire do fogo quando engrossar.

Grelhe os espetos pincelando-os de quando em quando com o molho. (Eu coloquei no forno e fui pincelando enquanto eles assavam, mas você pode empregar o método que preferir: grill, frigideira, etc.)

23.4.07

Massa podre básica e algumas variações

A última edição da revista Cuisine et Vins de France que recebi traz várias receitas de tortas salgadas e doces que parecem deliciosas. Fiz uma delas e achei ótima! Mas antes de passar sua receita, achei interessante passar a receita básica da massa podre dada pela revista, bem como algumas dicas e sugestões, pois elas são muito boas e podem servir de base para as criações de cada um de vocês!


Massa podre básica

Para uma torta de 26 cm de diâmetro

200g de farinha
100g de manteiga
1 pitada de sal
água

Coloque a farinha, o sal e a manteiga fria cortada em pedaços em uma tigela. Desfaça a manteiga e misture-a com a farinha usando a ponta dos dedos. Adicione água, em fio, pouco a pouco, enquanto continua trabalhando a massa até que ela fique homogênea e se solte das bordas do recipiente. Envolva-a com uma folha de filme plástico e deixe-a na geladeira por no mínimo 30 min.


Após esse tempo, abra a massa com um rolo em uma superfície enfarinhada e enrole-a ao redor do rolo para transportá-la até a forma.

Dicas: 

 
Trabalhe a massa rapidamente sem mexer demais.
Retire a massa da geladeira com alguma antecedência para facilitar na hora de usar o rolo.
Você pode empregar um processador para fazer a massa, verifique o seu manual de instruções.


Para variar você tem várias opções:


Massa podre com tomate: transforme 50g de tomates secos bem escorridos em uma pasta e adicione à massa no final.

Massa podre com manjericão ou ervas finas: pique muito bem um punhado de folhas de manjericão (ou de salsinha, estragão ou mistura de cebolinha e salsinha) e incorpore à massa no final de seu preparo.

Massa podre com parmesão: Adicione 50g de parmesão ralado à farinha quando começar a fazer a massa, mas não use sal.

Massa com vinagre balsâmico: substitua a metade da água por vinagre balsâmico e suprima o sal. Essa massa é muito boa para as tortas salgadas e quiches, mas também é boa para tortas de morango.

Massa podre com azeitonas: substitua 40g da manteiga por uma tapenada de azeitonas verdes e não use sal.

Essa é minha: às vezes substituo parte da manteiga por azeite, a massa não fica tão quebradiça como aquela feita só com manteiga, mas é boa.


22.4.07

Bolo de banana e amêndoas

Achei esta receita enquanto procurava algo para usas as bananas que estavam começando a ficar "passadas" e resolvi experimentar. Gostei, a massa cresceu bastante e é bem gostosa. A cobertura poderia ser mais generosa com o chocolate, mas você pode adicionar mais, ela começa a ressecar depois de algum tempo.

Bolo de banana e amêndoas

3 bananas bem maduras descascadas
1 1/2 x de açúcar
1/2 x de manteiga (ou margarina) amolecida
3 ovos
3 c sopa de licor de amaretto (usei Frangelico que também é um licor de amêndoas) OU 1 c chá de essência de amêndoas
1 c chá de essência de baunilha
1 1/3 x de farinha
1/3 x de cacau em pó
1 c chá de bicarbonado de sódio
1/2 c chá de sal
1/2 x de amêndoas moídas

Para a cobertura
1 banana bem madura pequena
30g de chocolate meio amargo derretido

Amasse as bananas. Bata a manteiga e o açúcar até que a mistura fique leve e fofa. Adicione os ovos, licor e baunilha. Misture os ingredientes secos e a amêndoa.
Adicione as bananas amassadas aos poucos enquanto bate. Coloque em uma forma untada e enfarinhada e asse à 180C por 45-50 minutos ou até que um palito inserido no meio saía quase limpo e o bolo se solte dos lados da forma. Deixe esfriar por 10 minutos. Retire o bolo da forma e deixe esfriar completamente sobre uma grade. Espalhe a cobertura sobre ele.


Cobertura: Bata a banana transformada em purê com o chocolate derretido usando um batedor de ovos.


19.4.07

Chutney de maçã e gengibre


Receita que encontrei no site da Food Network. Ando meio devagar na cozinha e demorei para preparar algo para o Colher de Tacho, geralmente uso bastante gengibre quando cozinho, faço muito curry e gosto de temperar carnes com ele, mas, para dar uma variada, fiz um chutney de maçã. Ele ficou muito bom e vou usá-lo como acompanhamento para assados de carne de porco.

(Também tenho uma receita de chutney de manga aqui)






Chuney de maçã e gengibre

 
4 maçãs grandes descascadas, sem sementes, picadas
2 x de cebola picadinha
1 1/2 x de vinagre de cidra ou vinho branco
1 1/2 x bem cheias de açúcar mascavo
1 x de passas claras (usei escuras)
1/4 x de gengibre descascado picadinho
1 pimentão vermelho picado (não coloquei por esquecimento)

3/4 c chá de sementes de mostarda

3/4 c chá de sal

1/2 c chá de pimenta calabresa


Coloque todos os ingredientes em uma panela grande e deixe a mistura ferver, cozinhe em fogo médio, mexendo de vez em quando, por 40 minutos, ou até que engrosse e o líquido evapore bastante. Coloque o chutney em recipientes limpos e bem fechados. Ele dura 2 semanas na geladeira.

12.4.07

Bolo de ameixas

Compramos ameixas muito azedas outro dia e precisava comê-las de alguma forma. Achei esta receita de bolo na internet e resolvi prepará-la, ela leva bem poucos ingredientes e é bem fácil de fazer. Ficou boa, mas as ameixas não ajudaram muito, continuaram azedas... rs
A quantidade de massa parece bem pequena, mas ela cresce bem enquanto assa, eu usei uma forma de 20cm de diâmetro, as ameixas deveriam ser cortadas apenas ao meio, mas além de azedas, elas eram grandes e achei melhor fatiá-las, acho que esteticamente ficou bem melhor! Se não quiser usar ameixas, use maçãs ou pêras, deve ficar ótimo!


Bolo Húngaro de ameixas

1/2 x de manteiga à temperatura ambiente
1/2 x de açúcar
2 ovos
1/2 c chá de fermento em pó
1/2 c chá de extrato de amêndoas
10 ameixas (usei só 4 enormes)
1 x de farinha
1/4 c chá de sal
1 c chá de canela para polvilhar
1/2 x de açúcar para polvilhar

Bata a manteiga, adicione o açúcar e 1 ovo. Bata bem. Adicione o outro ovo e bata. Adicione a farinha, fermento e sal. Misture e adicione a essência de amêndoa. Espalhe a massa em uma forma untada.
Corte as ameixas ao meio e remova os caroços, não descasque. Arrume as metades das ameixas sobre a massa com o corte para cima, pressione levemente. Polvilhe com o açúcar e a canela.
Asse por 30-40 min até dourar.