16.4.14

Quiabo com vinagrete de cebola roxa


Quiabos limpos cozidos no vapor até ficarem macios, mas ainda firmes, e um vinagrete feito com cebola roxa, suco de limão, azeite e sal. 

15.4.14

A situação está feia...

Retornei ao hospital ontem para avaliar a clavícula e ele estava lotado de gente aguardando atendimento e resultados de exame por suspeita de dengue. Levei mais de uma hora só para ser atendida na recepção. Depois disso, foi bem rápido, passei pelo ortopedista e fui ao raio-X. O interno que me atendeu disse que posso ficar mais uma semana com a tipoia porque ainda tenho um pouco de dor, mas decidi tirar e ver no que dá. É meio dolorido pela manhã, mas suportável. O raio-X não mostrou nada como da primeira vez, questionei esse fato e disse que o Dr. E., o professor dele, falou que havia uma fratura. Sua resposta foi: " Se o Dr. E. falou, então tá falado". Diagnósticos médicos são frustrantes. Apesar dos avanços, às vezes acho que a medicina ainda tateia em várias áreas.

Voltando à dengue, a situação está feia na minha região. O. até fugiu da sala de espera e foi para um lugar mais vazio, não que houvesse mosquitos sobrevoando a sala, mas ele ficou inquieto com aquele mundo de gente de olhos fechados encostado nos sofás. Ele toma anticoagulantes e não pode nem sonhar em ter dengue. Não ouvi falar em casos perto de onde moro, mas, em algumas épocas do ano, há uma quantidade enorme de mosquitos do lado de fora devido à proximidade do rio e do brejo. Teremos que tomar mais cuidado...

14.4.14

Fazenda Yamaguishi - Jaguariúna - SP


Faz alguns anos que compro orgânicos da Fazenda Yamaguishi, gosto muito das verduras que chegam frescas e dos ovos (mas não consumo exclusivamente orgânicos em casa, sou bem flexível nesse sentido, não demonizo a monocultura e a indústria alimentícia, acho que é preciso fazer escolhas que atendam às necessidades de cada um de forma consciente).

Desde o ano passado eu recebia e-mails avisando sobre essas visitas de um dia para conhecer a propriedade. As inscrições esgotam rápido, três dias e já era, perdi o prazo na primeira vez e, em outra ocasião, viajei e não deu certo. Finalmente consegui ir no último domingo, com o braço na tipoia para variar. 

Foi bacana ver como as verduras que consumo são produzidas e conhecer pessoalmente as galinhas que botam os ovos que chegam em casa. Há toda uma filosofia de vida por trás do funcionamento da fazenda, uma comunidade que prioriza o respeito pela natureza e o bem-estar de todos os seus moradores (mas essa parte "filosófica" não chegou a ser aprofundada durante a visita). 

Chegamos às 9h30, esperamos os outros participantes, vimos a estufa de verduras e vegetais, passamos pelas plantações e nos dirigimos à granja onde observamos os pintinhos e recolhemos ovos, bem, eu só fiquei olhando... 

Houve uma breve roda de discussão para quem quisesse fazer perguntas e depois um almoço com produtos da fazenda. Comida simples e com sabor caseiro. Ao final, é possível fazer uma feirinha. Como já tinha feito a compra da semana, fomos embora mais cedo. O. estava cansado de andar debaixo do sol  (falta de hábito, sabem como é...).

Os campos não estavam em seu melhor momento, a falta de chuvas tem afetado a produção, mas havia verduras e alguns vegetais nos pés. A parte da granja é relativamente grande. Os galinheiros têm espaço para as aves ciscarem e uma área coberta onde podem botar os ovos e se abrigar. Eles são limpos e as galinhas estão com muito boa aparência. Segundo o Sr. Romeu, que nos mostrou a propriedade, quando as galinhas envelhecem e param de botar ovos, elas são doadas vivas para comunidades carentes.

A fazenda fica em um lugar muito agradável e recebe pessoas interessadas em fazer estágio, especialmente alunos de agronomia, o problema é que a demanda é grande. 

De tempos em tempos, eles organizam cursos nos quais os participantes são convidados a se recolher para examinar a si  mesmos, um tipo de "retiro" sem a parte religiosa. Eles também recebem grupos de crianças e jovens que podem fazer novas amizades e ter contato com a terra e com os animais. (Tive um colega que contou que sua mãe o inscreveu em um desses eventos. Ele não gostou muito, pois tinha que acordar cedo e ajudar com o serviço da fazenda, mas a mãe dele adorou, pois ele voltou comendo tudo o que não comia antes).

Tenho a impressão de que a fazenda organiza as visitas três ou quatro vezes por ano, sempre aos domingos. Quem quiser ser avisado sobre a próxima vez pode se cadastrar aqui. Se participar, vá preparado para andar na terra e entrar nos galinheiros. Chapéu e botas não são má ideia.

Espinhos da pupunha
pupunha
quiabo
pintinhos fofos

galinheiros
elas acharam que iriam receber comida e se amontoaram na frente do galinheiro


9.4.14

Bolo integral de bananas, aveia e ameixas secas


Entrei na quarta semana após a fratura na clavícula e finalmente sinto que estou melhorando, a amplitude dos movimentos do braço aumenta pouco a pouco. É tão frustrante não conseguir levantá-lo ou estendê-lo para onde quero! Dormir só de um lado ou com a barriga para cima também não é nada agradável. Mas bem, estou na fase da resignação, já fiquei com raiva de mim mesma por ter caído por descuido e depois chateada, agora chega. Volto ao médico na próxima semana e veremos se ele me libera da tipoia. 

Até fiz um bolo hoje. Parece que só como bolo de banana, mas deve ser verdade mesmo. Costumo comprar bananas para alimentar os pássaros e, como elas amadurecem ao mesmo tempo, tenho que dar um jeito de acabar com aquelas que sobram.

O bolo é gostoso. Dá para variar bastante.




 Bolo integral de bananas, aveia e ameixas secas
 

6 bananas
3 ovos
1/2 xícara de chá de leite desnatado
1/2 xícara de chá de óleo
1 xícara de chá de açúcar mascavo
6 ameixas secas sem caroço
1 xícara de chá de farinha de trigo integral
1 xícara de chá de aveia
1 colher de sopa de fermento
Canela em pó a gosto



No liquidificador, bata 1 banana, os ovos, o leite, as ameixas e o óleo. Acrescente o açúcar e bata mais um pouco. Em uma vasilha, coloque a farinha de trigo, a aveia e o fermento. Junte a mistura do liquidificador e mexa bem.

Coloque metade da massa em uma forma quadrada untada e enfarinhada, as 5 bananas restantes cortadas em rodelas e salpique com canela. Cubra com o restante da massa e leve ao forno pré-aquecido.

Sugestões: O recheio pode ser uma mistura de banana e maçã.

31.3.14

O Incolor Tsukuru Tazaki e Seus Anos de Peregrinação - Haruki Murakami


Na época do colégio, Tsukuru Tazaki pertencia a um grupo de amigos muito unido em Nagoya, cidade onde cresceu. Três rapazes e duas garotas. Com exceção de Tsukuru, todos os demais possuíam o ideograma de alguma cor em seu sobrenome e algum talento que os distinguia. Kuro era a garota de língua afiada que gostava de escrever; Shiro era a pianista. Ao era o esportista e, Aka, o intelectual. Por isso, Tsukuru não conseguia deixar de sentir que ele era o "incolor" do grupo, sem nada que o distinguisse de alguma forma. Após o colégio, ele é o único que deixa a cidade e vai a Tóquio para prosseguir os estudos, mas ele retorna sempre que há algum feriado para rever os amigos. 

No segundo ano de faculdade, algo inexplicável ocorre, ele retorna para a casa dos pais em Nagoya e nenhum de seus amigos atende suas ligações. Ao final,  Kuro pede que ele pare de ligar, pois nenhum deles iria mais vê-lo. Tsukuru fica chocado e não consegue explicar o motivo desse rompimento repentino de relações. Ninguém lhe explica nada e ele retorna a Tóquio em estado de choque. Ele tenta esquecer o que ocorreu mergulhando nos estudos, termina a faculdade de engenharia e encontra um emprego em uma construtora de estações de trens da capital. Dezesseis anos se passam, mas a dor continua viva. Uma namorada acha que seu passado impede que ele se envolva com outras pessoas e atrapalha seus relacionamentos. Ela o  aconselha a procurar os antigos amigos para pedir explicações e esclarecer esse episódio de seu passado. 

Este é o enredo do último livro de Haruki Murakami, a tradução para o inglês deve sair no segundo semestre.

Pensei em comprar o original, mas o dólar subiu e desisti. Consegui uma tradução em alemão e foi a que li. Demorei para terminar. Achei arrastado, parava, voltava. (Fraturar a clavícula até que me ajudou a colocar algumas leituras em dia). Tinha esperanças de que o livro fosse melhor do que 1Q84, mas Murakami parece ter perdido o seu "jazz". Achei muitas coisas repetitivas, tive a impressão de que ele recolheu alguns pedaços de textos, algumas ideias já usadas aqui e ali, e criou um romance. Ou, como mencionei antes, talvez seja eu que não me identifique mais com os seus protagonistas trintões, solitários, pouco assertivos e que lamentam a perda de algo irrecuperável.

Apesar disso, ainda consegui me identificar com alguns pontos do romance. Também fazia parte de um grupo de amigos, três garotas e dois rapazes, no qual me sentia muito à vontade. Amava cada um deles de uma forma que só é possível na adolescência. Também nos afastamos quando entramos na faculdade. Nós nos víamos cada vez menos até perdermos totalmente contato. Mudamos, fizemos escolhas e seguimos caminhos diferentes. Sobraram lembranças e talvez alguns ressentimentos. Tsukuru, como eu, tem 36 anos quando vai ao encontro dos antigos amigos e descobre o que ocorreu com cada um deles. Às vezes, fantasio como seria o reencontro de nosso grupo... Provavelmente seria estranho. (Se algum de vocês ler este blog, espero que esteja bem e que, na medida do possível, esteja satisfeito com sua vida, pois sei que ela não saiu exatamente como imaginávamos. Saiba, também, que vocês sempre ocuparam um lugar importante em meu coração).

28.3.14

Bolo integral de banana com mel


Receita que estava entre os rascunhos. Bolinho simples de banana e farinha integral. Mel no lugar do açúcar.




Bolo integral de banana e mel

1/3 x de óleo de coco ou outro óleo vegetal
1/2 x de mel
2 ovos
1 x de bananas amassadas
1 c chá de essência de baunilha (não usei)
1/2 c rasa de chá de sal
1/2 c chá de canela em pó
1 3/4 x de farinha de trigo integral (os 3/4 foram de farinha normal, pois a integral acabou)
1 c chá de bicarbonato de sódio
1/4 x de água quente


Preaqueça o forno à 165 C e unte uma forma de bolo inglês.

Misture o óleo e o mel, adicione os ovos e bata bem. Junte a banana, a baunilha, o sal e a canela e, por fim, a farinha. Misture muito bem. Adicione o bicarbonato à água quente em um copo, junte à massa. Misture até incorporar e coloque a massa na forma. (Não sei qual é o efeito de misturar a água e o bicarbonato, se é realmente necessário, mas o bolo cresceu).

Asse por 60-65 minutos ou até que um palito inserido em seu interior saia limpo. Espere esfriar por 5 minutos antes de desenformar e mais 30 min para fatiar.




24.3.14

O galo e a clavícula


Parece título de novela. E, de certa forma, talvez seja.

Essa é a foto do galo que mencionei antes, acho-o bonito. O vizinho transformou a antiga casinha de cães junto à cerca em um galinheiro. Ele fica a 15 m da janela do nosso quarto. Minha clavícula continua dolorida e tenho a impressão de que a dor piora quando me deito, não encontro posição e, quando finalmente estou dormindo, o galo começa a cantar. Ele canta várias vezes seguidas, com intervalos, a partir das 4h, e nos acorda. Não tenho nada pessoal contra o galo, ele faz só o que é de sua natureza. Gosto de ouvir galos cantando, mas à distância, não ao pé do ouvido, nem quando dormir me faz esquecer da dor e da frustação de não poder fazer uma porção de coisas. Segundo o síndico, o regimento do condomínio não diz nada a respeito e ele me aconselhou a conversar com o vizinho. Bem, este não mora na casa, aparece só nos finais de semana, passa uma ou duas noites e vai embora, então, deixei uma carta explicando a situação na portaria na qual dizia que ele não precisava se desfazer da ave, mas que o galinheiro ficava muito próximo do nosso quarto. A família veio no sábado, esperei que eles tivessem tempo de ler a carta e fui até a cerca quando vi o dono no quintal. Ele pediu desculpas, disse que conversaria com a esposa e estudaria passar o galinheiro para a parte da frente do terreno (algo que sugeri). Não sei quando esse galinheiro novo ficará pronto, até lá, acho que teremos que aguentar.

No mais, penso em ir ao hospital amanhã para saber se essa dor é normal, se não deveria estar diminuindo. O médico mais experiente - chamado pelo mais jovem, que parecia perdido para dar um diagnóstico - foi tão otimista que me deixou com a expectativa de abandonar a tipoia já no final desta semana e não vejo isso acontecer.

Por hoje chega de escrever com a mão esquerda e novamente peço desculpas pelas reclamações, como sempre.

17.3.14

Frigideria tex-mex de frango, vegetais e queijo


E hoje acordei às 5h30 porque meu novo vizinho fez um galinheiro no quintal e o galo começou a cantar e não parou até o sol nascer. Tomei o café e aproveitei para limpar a piscina em seguida. Ia descer a escada da casa de máquinas quando pisei em falso e fui ao chão como uma fruta madura. Cai de uns dois metros. A primeira coisa que fiz foi checar os machucados, verificar o que doía. Algumas escoriações e um corte entre o polegar e o indicador, até pensei em ligar a bomba e esquecer a queda, mas não conseguia levantar o braço direito, sentia muita dor, esperei um pouco e subi a escada de volta. Tentei agir com normalidade. Lavei a louça devagar, escovei os dentes com a mão esquerda e finalmente pedi para o O. me levar para o hospital. O residente de ortopedia teve dúvidas mortais sobre se havia algo olhando a radiografia, pediu para eu fazer outra e chamou o médico responsável para dar uma opinião. Ele disse que havia uma fratura na clavícula. Não chegou a quebrar e eu mesma tenho minhas dúvidas sobre se o diagnóstico é tão sério. Sei que dói bastante e levantar o braço é terrível. Não preciso de gesso, mas terei que usar uma tipoia durante algum tempo para ficar com o braço imobilizado. Com um opiáceo e dois anti-inflamatórios, até que dá para levar, no entanto, ficarei um pouco afastada do blog.  (E, sim, eu culpo o galo!).


Esta receita estava nos arquivos, da época da minha febre mexicana. Muita boa. É só preparar as tortillas e, como escreve a Neide Rigo,  nhac!




Frigideira tex-mex de frango, vegetais e queijo


2 filés de peito de frango cortados em fatias/pedaços não muito grandes (cerca de 275-300 g)
1 c chá de chili em pó (ou a gosto)
1/2 c chá de cominho em pó
sal e pimenta a gosto
farinha para polvilhar
2 c sopa de manteiga
1 cebola em fatias (usei roxa)
2 cebolinhas fatiadas 
150 g milho congelado (ou enlatado) opcional (não usei)
1 dente de alho picado
1 pimentão vermelho fatiado
1 jalapeno sem sementes fatiado (não usei, pode ser chipotle também)
1 c chá de orégano
50 ml caldo de frango ou água (coloquei apenas uma ou duas colheradas para não secar)
suco de limão gosto
100 g queijo (cheddar ou outro)


Tempere o frango com o chili, sal e pimenta. Passe os pedaços pela farinha.

Aqueça 1 c sopa de manteiga em uma frigideira grande e doure os pedaços de frango por cerca de 2 minutos. Não é necessário que cozinhem completamente. Remova-os da frigideira, coloque sobre um prato e reserve.

Na mesma frigideira, aqueça a manteiga restante e refogue a cebola, o alho e a cebolinha. Junte o milho, o pimentão, o jalapeno e o oregano. Cozinhe por alguns minutos e tempere com sal e pimenta. Devolva os pedaços de frango à frigideira. Deixe cozinhar um pouco e coloque suco de limão a gosto. Adicione o caldo de frango ou água. Misture com cuidado, corrija o tempero caso necessário. Depois que o caldo tiver se reduzido um pouco, distribua o queijo sobre tudo, tampe e cozinhe até que ele derreta. (Ou, se preferir e caso sua frigideira seja apropriada para isso, coloque-a no forno sem a tampa com o grill ligado e deixe o queijo derreter e dourar).

Para servir: 4 tortillas de trigo, limão em pedaços, creme azedo, salsa, guacamole...


12.3.14

...


Ela fez um ninho, se que é que se pode chamar uma porção de gravetos de ninho, no pé de acerola enquanto estivemos fora, dois ou três dias depois, encontrei a casquinha do ovo no chão e o ninho desfeito. Deve ter sido atacado por algum animal. Realmente me espanta a quantidade de rolinhas que vejo por aí quando considero a qualidade de seus ninhos...

Aulas começam na próxima semana. Será um semestre estranho, com interrupções por causa da copa.

Acabei o esboço da dissertação. Mais uma lida para corrigir cochiladas e acrescentar mais alguns erros (porque corrigir sempre estraga algo, não é mesmo?). Queria qualificar logo, defender logo, mas decidi cumprir os créditos em banho-maria e não dá para apressar mais as coisas. 

A reforma acaba amanhã e o O. já tem planos futuros. É sempre bom ver o resultado final, mas o antes e o durante me cansam tanto, tanto...

10.3.14

Sagu de vinho tinto com creme


E finalmente fiz o sagu com vinho e creme! Foi minha primeira experiência com sagu. Há muitas receitas na internet e fiquei com várias dúvidas sobre qual a melhor forma de preparar essas bolinhas. Em algumas, era preciso fazer um pré-cozimento do sagu e depois lavá-lo em água corrente, parece que isso evitaria que as bolinhas grudassem depois. Em outras, o sagu era cozido já com todos os ingredientes e não havia lavagem alguma. Também havia aquelas feitas na panela de pressão e outras nas quais o sagu ficava de molho em água por algumas horas. Uma levava só vinho, outra misturava suco de uva e vinho. O creme, às vezes, era feito apenas com amido e leite, outras receitas levavam só gemas e algumas pediam leite condensado e creme de leite. Na dúvida, juntei informações daqui e dali e fiz minha própria versão.

Ficou muito bom em termos de sabor, usei uma combinação de suco de uva e vinho, as bolinhas ficaram transparentes e macias, mas o sagu que comi no sul, em geral, tinha mais caldo, achei que as bolinhas absorveram todo ele como pequenas esponjas. Alguém tem dicas de como preparar essa receita? Ou pode me dizer se estou longe do ideal? O creme ficou muito bom, pretendo mantê-lo como está.

Guardei sagu e creme em potes fechados na geladeira e como na sobremesa.




Sagu de vinho tinto com creme

sagu
2 x de sagu (300g)
2 l de água
2 x de vinho tinto seco
2 x de suco de uva natural (aquele de garrafa)
1 x de açúcar (achei a quantidade perfeita, mas se preferir mais doce adicione mais 1/2 x)
5 cravos da índia
1 pau de canela
1 anis estrelado (opcional)

Coloque o sagu e a água em uma panela e leve para cozinhar. Quando levantar fervura, dê uma misturada e desligue o fogo. Misture de vez em quando para que as bolinhas não grudem, faça isso até que o sagu esfrie ou fique morno. Quando isso ocorrer, coloque em uma peneira grande e lave em água corrente para retirar o excesso de amido. Nesse ponto, as bolinhas ainda estarão branquinhas. Em seguida, coloque de volta na panela com os demais ingredientes, leve para cozinhar e, quando começar a ferver, desligue o fogo, tampe e misture de vez em quando. Aos poucos as bolinhas ficarão transparentes e absorverão o caldo.


creme
1/2 l de leite
1/2 x de açúcar
2 c sopa de amido de milho
1 gema passada pela peneira
1 c chá de essência de baunilha (não usei)

Dissolva o amido em um pouco de leite, junte os ingredientes restantes e leve ao fogo para cozinhar. Misture até que o creme comece a ferver e adquira a consistência de mingau mole.

Sirva o sagu frio com colheradas de creme.