28.9.08

Nhoque de mandioca



Baseada nesta receita que vi no último Globo Rural. Ótima! (Coloquei a receita abaixo do jeito que está no site)




Noque de Mandioca 
 
Ingredientes para a massa:
 
2 xícaras de chá de massa de mandioca cozida espremida
2 colheres de sopa de queijo ralado
1 ovo
1 colher de sopa de margarina
4 colheres de sopa de farinha de trigo
2 colheres de sopa de cheiro verde
sal a gosto

Em menos de meia hora de fervura, a mandioca fica molinha e pronta para servir de base para o nhoque. É que nessa receita a mandioca ocupa o lugar da batata.

Daí, é espremer bem, até virar uma massa, e misturar os outros ingredientes.

“Coloca agora a farinha de trigo e dá uma mexida aqui. Aí depois você coloca o ovo, a margarina e coloca o sal. Você pode cozinhar a mandioca com sal, mas, às vezes, fica um pouco sem sal. E se a massa ficar mole, você pode colocar um pouquinho mais de farinha de trigo. Agora, eu vou botar a mão na massa”, explica ela.

Em cima de uma superfície com farinha, enrole as tirinhas, corte em pedacinhos e coloque cozinhar em água quente.

Ingredientes para o molho:

1 pitada de orégano
1 cebola grande ralada
1 colher de sopa de óleo
4 tomates maduros, sem pele e sem sementes
1 tablete de caldo de galinha esfarelado
1 colher de massa de tomate
2 colheres de sopa de queijo ralado
2 colheres de sopa de cheiro verde.

Refogue todos os ingredientes e deixe tudo cozinhar até quase desmanchar.

Madame Bovary



Finalmente li Madame Bovary de Gustave Flaubert, um livro de uma maturidade psicológica incrível e escrito de uma forma magistal. A história começa apresentando o jovem Charles Bovary em seu primeiro dia de escola, um garoto tímido, não muito inteligente, medíocre até. Ele irá prosseguir seus estudos sem brilho e conseguirá uma posição como médico em uma cidade de província. Ele se casa com uma viúva com algum dinheiro devido à intervenção de sua mãe e depois que esta morre, Charles se casa com a jovem filha de um pequeno proprietário de terras, Emma. Charles adora a jovem esposa e julga-se o mais feliz dos homens, mas pouco tempo após o casamento, Emma sente-se decepcionada com sua escolha, com a simplicidade do marido, com a sua vida sem nada de interessante, sem paixões, sem grandes acontecimentos. Ela sonha com uma vida cheia de aventuras. Sua frustração torna-a vítima de doenças nervosas, de repentes de raiva e irritação contra o marido que não a compreende e que não mede esforços para satisfazer todos os seus caprichos.

Como forma de melhorar o humor da esposa, Charles decide mudar-se para outra pequena cidade. Lá, Emma conhece Leon, um rapaz que trabalha como notário e pelo qual se apaixona. Seu amor é correspondido, mas Leon parte para completar seus estudos antes que algo definitivo ocorra. Pouco tempo depois, quando Emma começa a se aborrecer novamente, ela conhece Rodolfo, um proprietário local que a seduz. Eles ficam juntos por algum tempo, mas Emma sugere que ambos fujam juntos, algo que ele não tem intenção de fazer, e o caso termina. Emma tem uma crise nervosa, depois entra em uma fase religiosa, mas logo volta a ser a mesma mulher insatisfeita com sua vida, é nesse momento que reencontra Leon, já um pouco mais experiente em relação à vida e às mulheres. Ele se torna seu novo amante. O final do livro é trágico, vemos Emma perder-se cada vez mais em uma sucessão de mentiras e dívidas contraídas para satisfazer seus caprichos.

Que história boa! A capa do livro que li traz a foto de Isabelle Huppert, atriz que interpretou o papel de Emma no filme com o mesmo nome do romance de Flaubert (que não vi), mas ela é tão diferente da Emma descrita pelo autor! Emma é morena, com cabelos pretos e olhos de uma cor indefinida , que varia conforme a luz, e também mais jovem do que atriz.

Eis um trecho que descreve o estado de espírito de Emma logo após um de seus encontros com Leon:

“Não importa! Ela não estava feliz, nunca o fora. De onde vinha essa insuficiência da vida, essa corrupção instantânea das coisas nas quais se apoiava?… Mas se existisse um ser forte e belo em algum lugar, uma natureza nobre, plena de exaltação e de refinamentos, um coração de poeta sob uma forma de anjo, lira com cordas de cobre, soando em direção aos céus versos elegíacos, por que ela não o encontraria por acaso? Oh! Que impossibilidade! Nada mais valia uma busca, tudo mentia! Cada sorriso escondia um bocejo de tédio, cada alegria uma maldição, todo prazer um desgosto, e os melhores beijos deixavam nos lábios apenas um desejo irrealizável de uma volúpia maior.”

24.9.08

Pão de gengibre, damasco e laranja

Receita da Lara, o pão é muito perfumado e o gosto me lembrou o de alguns pães doces. Coloquei os ingredientes na máquina, como sempre faço, deixei amassar e depois modelei os pães.

Pão de gengibre, damasco e laranja

suco de duas laranjas (as minhas renderam quase 1 x de suco)
2 colheres de sopa de manteiga
1 punhado de damascos secos picados
1 1/2 xícaras de farinha de trigo integral
2 2/3 de xícaras de farinha de trigo branca
1 colher de chá de sal
1 1/4 de colher de chá de femento seco instantâneo
1/4 de xícara de melado
água morna o quanto baste (fui colocando enquanto a máquina amassava até dar o ponto, coloquei cerca de 3/4 x de água)
1 colher de chá de gengibre em pó
leite para pincelar

Numa bacia junte as duas farinhas e a manteiga. Friccione com as pontas do dedo até atingirem a aparência de migalhas de pão. Junte o sal, o fermento e o melado. Mexendo, acrescente o suco de laranja e a quantidade necessária de água morna para formar uma massa macia. Sove por cinco minutos em uma superfície enfarinhada. Acrescente então os damascos e o gengibre. Volte para a bacia untada, cubra e deixe crescer por 1 hora até dobrar de volume. Depois disto, sove novamente a massa e enrole-a. Deposite-a numa forma de pão untada, cubra novamente e deixe repousar por mais vinte minutos. Pincele com o leite e leve para assar por uns 40 minutos.

20.9.08

Clafoutis de banana

Receita Marmiton. Clafoutis é um tipo de "pudim" com alguma fruta, desta vez usei as bananas maduras da fruteira. Na receita original o rum entra no final, ele é espalhado sobre o clafoutis e flambado antes de ser servido, mas eu o adicionei às bananas depois de cortadas junto com um pouco de canela o que fez com que seu sabor desaparecesse. Vou experimentar flambar no final da próxima vez.

Clafoutis de bananas

2 c sopa bem cheias de farinha
7-8 c sopa de açúcar
3 ovos
50 g de manteiga em pedaços
2 x de leite
1 pitada de sal
4 bananas nanicas maduras em rodelas rum (cerca de 2 c sopa)
canela em pó

Bata (a mão ou no liquidificador) a farinha, o açúcar, os ovos (passe as gemas por uma peneira se quiser diminuir o aroma característico do ovo), o leite e o sal.
Unte um refratário com manteiga e espalhe aí as rodelas de banana (eu as salpiquei antes com canela). Derrame a massa sobre elas e finalize espalhando os pedaços de manteiga sobre a massa.
Asse em forno preaquecido à 220C por cerca de 40 min.
Polvilhe o clafoutis com açúcar e depois volte ao forno para caramelizar um pouco.
Deixe amornar, derrame o rum sobre a massa e flambe pouco antes de servir.
(Acho que o clafoutis morno é o ideal, se deixada na geladeira por algum tempo a massa fica meio dura).


17.9.08

Karê à moda japonesa

Esta receita é de um livro de culinária japonesa que trouxe da casa da minha mãe. Gosto muito desta receita de curry porque ela é mais adocicada, bem ao estilo japonês. Outra coisa que me agrada é o fato da carne ser temperada antes de ser adicionada aos outros ingredientes. Os japoneses chamam isso de "shita aji", é um "pré-tempero", algo de que às vezes sinto falta em algumas receitas que apenas pedem para ajustar o tempero ou adicionar o sal minutos antes da finalização do prato, acho que muitas vezes isso deixa a carne sem gosto e sem graça. De regra, sempre que, em uma receita, a carne é cozida por pouco tempo sem um molho já temperado, eu a tempero com ao menos um pouco de sal para que ela não fique insossa.
A receita original é feita com carne de boi, mas ela pode ser substituída por frango (como fiz) ou filé mignon de porco por exemplo.

Karê ao estilo japonês

Prepare a carne:
150 g de carne de sua preferência em fatias finas (filé de frango, algum corte macio de boi, ou filé mignon de porco)
1 c sopa de shoyu

1 c sopa de maisena

1 c sopa de óleo

1 c chá de açúcar


Tempere a carne com o shoyu, óleo, água, açúcar e polvilhe com a maisena. Misture e deixe marinar por alguns minutos.

Prepare o curry:
1 x de cebola fatiada
2 x de batatas descascadas e picadas
1/2 x de cenoura em rodelas
1 c sopa de curry em pó (ou de acordo com sua preferência)

2 c sopa de óleo

2 x de água
1 c chá de sal
1/2 c chá açúcar

Em uma panela, aqueça o óleo e refogue a cebola, abaixe o fogo, adicione o curry em pó e misture por alguns segundos. Junte a cenoura, a batata e, em seguida, a água. Tempere com 1 c chá de sal e 1/2 c chá de açúcar. Deixe cozinhar com a panela tampada até que os legumes fiquem macios. Assim que isso acontecer, adicione a carne, misture e deixe no fogo apenas o tempo suficiente para que a carne fique cozida e o molho engrosse. Retire de fogo e sirva com arroz.

15.9.08

Salada de couve-flor, grão-de-bico e coentro

Salada fresquíssima e saborosa sugerida pelo Nigel Slater no Kitchen Diaries. Adoro as receitas do Nigel, elas são sempre criativas e gostosas.

Não há nada mais simples, basta combinar: buquês de couve-flor cozidos no vapor (ou em água), grão-de-bico cozido (pode ser enlatado), um pouco de sementes de gergelim (usei o escuro porque era o único que tinha), folhas de coentro picadas e azeitonas verdes sem caroço picadas e temperar tudo com suco de limão, um bom azeite e sal.

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13.9.08

Muffins de legumes com frango defumado

Simpática e gostosa receita publicada pela Ana há algum tempo. Adoros cakes e muffins salgados para acompanhar uma salada, como havia um pouco de frango defumado na geladeira, resolvi colocá-lo disfarçadamente na massa para que o marido o comesse sem reclamar (ele diz que não aguenta mais frango sob forma alguma!).

Muffins de legumes com frango defumado

1 x de farinha
1 x de fubá
1 c sopa de açúcar
2 c chá de fermento em pó
1/2 c chá de sal
1/4 x de queijo parmesão ralado
1 ovo
3/4 x de leite
1/4 x de óleo
2 c sopa de manteiga derretida
1/2 x de tomates sem pele e sem sementes picados
1/2 x de zucchini/abobrinha ralada
1/2 x de cenoura ralada
1/4 x de cebolinha picada

Preaqueça o forno à 200C. Misture a farinha, o fubá, o açúcar, o fermento em pó, o queijo parmesão e o sal. Em outro recipiente, combine o ovo, o leite, o óleo e a manteiga. Junte aos ingredientes secos e misture bem. Depois, adicione os legumes e misture muito bem. Coloque a massa em formas de muffim untadas. Asse por 20-25 min ou até dourarem. Sirva morno. Rende 12 muffins.

10.9.08

Tofu marinado

Além das verduras, legumes e frutas orgânicas, o meu fornecedor também vende tofu! Eu não gostava de tofu quando era solteira e sempre torcia o nariz quando minha mãe o preparava, mas agora já me considero alimentada se houver um prato com tofu temperado com shoyu e gengibre. Ainda bem que mudamos, não é mesmo?
Desta vez usei uma receita do Marmiton. Ficou boa, é uma opção diferente e depois de grelhados, os pedaços de tofu podem ser adicionados a saladas ou ao couscous.

Tofu marinado

250g de tofu cortado em fatias ou cubos
2 c sopa de shoyu
1 c sopa de óleo
1 c chá de mostarda tipo dijon
alho e ervas finas/de provence (usei ervas secas)

Misture o óleo, shoyu, mostarda, alho picado e ervas. Adicione o tofu e deixe marinar por 1 hora. Cozinhe os pedaços de tofu com o molho dourando de todos os lados.


9.9.08

The sun also rises - Ernest Hemingway

O sol também se levanta, outro livro de Ernest Hemingway. Boa história, mas gostei mais das memórias de Paris. Deve ser porque eram de Paris, cidade que ainda vou conhecer. Ah, se vou!

Entretanto, a história começa em Paris onde Jake Barnes encontra seus amigos intelectuais da “geração perdida” em cafés e restaurantes. Ela é sobre boêmios que bebem álcool sob várias formas e nomes, vivem duros e quando têm algum dinheiro gastam-no com estilo.


Jake e seus conhecidos saem da França e vão até a Espanha pescar trutas nas montanhas e depois passam alguns dias em Pamplona para assistir à temporada de touradas. No grupo, há quatro homens e uma mulher, Brett, pela qual três deles são apaixonados. Ela é o elemento perturbador da paz geral e termina nos braços de um toureiro quinze anos mais moço.


Desculpem a simplificação. Acho que não gostei muito do livro. Vou ler Turgenev que Hemingway recomenda que todos leiam.

What I talk about when I talk about running - Haruki Murakami

Acabei de ler o último livro de Haruki Murakami traduzido para o inglês, What I talk about when I talk about running, a entrevista da Der Spiegel entregou boa parte do conteúdo da obra, ela é praticamente um diário das maratonas que o autor fez pelo mundo depois que começou a correr após os trinta anos, mais ou menos na mesma época em que ele decidiu fechar o bar que tinha em Tóquio para viver da escrita.
Murakami procura mostrar a relação entre a corrida e a vida de escritor e explica como ambas as atividades exigem disciplina, força de vontade e empenho. O livro também revela sua preocupação com a idade e os limites que o passar dos anos impõe ao corpo. Por meio deste livro, os fãs de Murakami podem dar uma espiada em outra faceta do autor, mas tive a impressão de que apesar de tratar-se de uma espécie de diário, Murakami não abre mão de uma certa reserva…




Bolo de iogurte e maçãs carameladas

Descasque, fatie algumas maçãs e distribua as fatias no fundo de uma forma untada com manteiga. Faça um caramelo (eu faço a olho, derreto açúcar, depois que ele derrete, despejo água quente e deixo cozinhar até que o açúcar caramelado se dissolva novamente e adquira a consistência que desejo, geralmente, não muito espesso) e derrame-o sobre as fatias de maçãs. Cubra com a massa de bolo de iogurte (ou outro bolo de sua preferência) e leve para assar.
Na hora de desenformar, algumas fatias de maçãs podem ficar grudadas no fundo da forma, mas basta recuperá-las e colocá-las de volta no bolo.

5.9.08

Mil-folhas de beterraba

Recebi a revista Cuisine et vins de France hoje e tive que testar esta receita. Para quem gosta da combinação agridoce (e de beterrabas), ela é perfeita. Não tinha o queijo de cabra, então usei queijo branco, quebrou o galho, mas a verdade é que o queijo de cabra tem um gostinho muito especial, preciso repetir a receita com ele algum dia.


Mil-folhas de beterraba

4 beterrabas médias cozidas/assadas inteiras
400g de queijo de cabra fresco (usei queijo branco, ricota também deve funcionar)

4 c sopa de mel (leve ao microondas por alguns segundos para que fique mais líquido)

2 c sopa de vinagre balsâmico
sal
pimenta

Descasque as beterrabas e corte-as em rodelas (você pode retalhar os pedaços se quiser que fiquem com tamanhos parecidos, mas acho desnecessário).
Amasse o queijo com um garfo e tempere com pimenta do reino. Faça camadas de rodelas de beterraba e queijo amassado em quatro pratos individuais, termine com uma rodela de beterraba.
Misture o vinagre balsâmico com o mel, tempere com sal e pimenta. Derrame um pouco desse molho sobre as torres de beterraba pouco antes de servir.

3.9.08

Batatas com molho de iogurte

Adorei essa forma de preparar batatas! A receita é do site francês Marmiton onde a receita se chama "patates miaou" (batatas miau!) e onde a pessoa que a publicou pede que as batatas sejam assadas no forno por 10-15 min, algo impossível, pois em minha experiência batatífera, nunca consegui assar batatas sem cobrir a forma com papel alúminio em menos de 40 min. Tudo bem, coloquei as batatas lá no forno e esperei o tempo passar, como já havia previsto, elas ainda estava cruas, a solução foi colocar no microondas e assar por uns 8 min, cobertas com filme plástico, em potência alta, ficaram perfeitas!

Acho que farei sempre assim, mas se você quiser assá-las no forno, sugiro cobrir e fechar muito bem a forma com papel alúminio.

Batatas com molho de iogurte

8 batatas médias lavadas
4 dentes de alho picados
manjericão fresco picado
ervas frescas (cebolinha, salsinha, hortelã..., usei só salsinha)
azeite
2-3 potes de iogurte natural
sal e pimenta

Corte as batatas ao meio e faça riscos pouco profundos em forma de xadrez na parte cortada com a ponta de uma faca afiada. Coloque-as em um refratário com a parte cortada voltada para cima, salpique cada uma com alho, manjericão e sal. Regue com azeite. Cubra o refratário com filme plástico (deixando um espacinho para o vapor sair) e asse no microondas por cerca de 8 min, ou até que as batatas fiquem macias. (Ou então asse no forno como mencionei acima).


Prepare o molho misturando o iogurte com as ervas de sua preferência bem picadas, sal, pimenta e azeite. (Você também pode temperar com curry, masala, etc.)


Sirva as batatas quentes cobertas com o molho bem fresco.



Legumes assados

Agora eu também sou uma pessoa "orgânica". Explico, descobri que uma fazenda local faz entregas de legumes e outros produtos orgânicos em domícilio por um preço camarada e virei freguesa. Devo confessar que é menos pelo fato dos legumes serem produzidos sem agrotóxicos (o que é bom, claro) e mais pela praticidade. Aqui não há supermercado, mercado, mercearia, ou coisa parecida por perto, fazemos compras uma vez por semana e a lista geralmente é grande, pois quase todas as refeições são feitas em casa, e realmente já não tenho mais paciência de carregar aquele mundo de sacolas para o carro, levá-las para casa, colocá-las para dentro e botar tudo no seu devido lugar. Adoro passear entre prateleiras, mas quando você tem uma lista e várias pequenas obrigações a cumprir, fazer compras deixa de ser divertido. Como agora posso fazer a "quitanda" sem sair de casa, as compras do mercado diminuíram de volume e isso é um alívio imenso!

Atualmente o que mais tenho feito com os legumes é lavá-los e assá-los cobertos com papel alúminio e temperados com sal, azeite, alho e, eventualmente, um pouco de vinho branco, muito simples e gostoso.

1.9.08

Pesto de rúcula

Um pesto gostoso, já tinha visto receitas de pesto de rúcula antes, mas foi a primeira vez que experimentei. O processo é o mesmo do pesto tradicional só que ao invés de manjericão você coloca um belo punhado de folhas de rúcula.
Bati rúcula, nozes, azeite, alho, parmesão e azeite no processador e misturei à massa, tudo a olho, (para que o pesto fique mais cremoso, pode-se acrescentar um pouco de água do cozimento da massa.) Meus pestos geralmente ficam bem espessos e pedaçudos porque não gosto de bater demais e de acrescentar muito azeite.
Se quiser mais idéias para o pesto, leia as dicas da Helô que publiquei em uma receita de risoto.